Didática, 6ª Bienal Internacional de Arquitetura abre no sábado com a volta das salas históricas

MARA GAMA
Gerente geral de entretenimento

Divulgação

Cartaz da 6ª BIA

A volta das exposições históricas, com salas dedicadas a Le Corbusier (1887-1965) e Alvar Aalto (1898-1976), e espaços que homenageiam arquitetos brasileiros, como Carlos Millan (1927-1964), Ícaro de Castro Mello (1913-1986) e Eduardo Kneese de Melo (1906-1994), são os destaques da 6ª Bienal Internacional de Arquitetura (BIA), que começa neste sábado, 22 de outubro (para convidados), e vai até 11 de dezembro no pavilhão da Bienal, parque Ibirapuera, em São Paulo. O público pode visitar o pavilhão da Bienal a partir de domingo, 23.

Somadas à iniciativa de manter aberta e gratuita uma das áreas de exposição dos trabalhos de estudantes, no térreo do pavilhão, essas características apontam para a prevalência do aspecto didático da exposição. Panorâmica, a 6ª BIA tem cerca de 20 núcleos em sete áreas, um grande número de obras e recorta o pavilhão da Bienal em labirintos que expandem seu interior e criam diversas circulações.

A produção contemporânea internacional se divide entre as representações nacionais de 13 países e as salas dedicadas a arquitetos em atividade como o mexicano Ricardo Legoretta, o italiano Victorio Gregotti, os portugueses Eduardo Souto de Moura e Gonçalo Byrne, os espanhóis Alberto Campo Baeza e Bonell i Gil, o austríaco Hans Hollein e o chileno José Cruz Ovalle, além de Richard Meier e Rafael Viñoly (EUA), Thomas Herzog (Alemanha) e Henri Ciriani (França).

Um grande apanhado da produção nacional pode ser visto através da exposição geral de arquitetos e também das salas de convidados, com cerca de 200 trabalhos expostos entre painéis, maquetes e desenhos.

O tema da Bienal, “Viver na Cidade”, é propositadamente amplo. Também aberto é seu projeto cenográfico. “Esta é uma exposição de todos os arquitetos. Não poderia desenhar e uniformizar tudo”, afirma o arquiteto Pedro Mendes da Rocha, 40, responsável pelo projeto de arquitetura e comunicação visual da BIA. “Além disso, existe a necessidade de deixar sempre em posição de destaque e visibilidade o prédio e o parque, que são parte do patrimônio arquitetural da cidade”, diz.

A última Bienal de Arquitetura de São Paulo foi visitada por cerca de 186 mil pessoas.

6ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO
» Quando: de 22 de outubro (abertura para convidados; 23 para o grande público) a 11 de dezembro
» Onde: Fundação Bienal de São Paulo
(av. Pedro Álvares Cabral, s/ n, Parque Ibirapuera, portão 3)
» Horários: de terça a quinta, das 12h às 22h; sexta, sábado e domingo das 10h às 22h
» Quanto: R$ 12 (até 6 anos, entrada livre; de 7 a 12 anos, estudantes e maiores de 65 e associados do Sesc, meia entrada);
pela internet: www.ticketmaster.com.br

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