Seafood Watch vai monitorar riscos ambientais do pescado no Brasil

Contratada pelo Carrefour, ONG identificará problemas da pesca e do cultivo no
país.

Apesar dos mais de 8 mil quilômetros de costa e uma enorme bacia hidrográfica, o Brasil não consome grande variedade e nem quantidade de peixes. O brasileiro da estatística consumiu 10 kg de pescado no ano inteiro de 2017, sendo que a média mundial é de 20 kg.

O consumo tem crescido mundialmente. Segundo estimativa da ONU, pode aumentar 33% até 2030 na América Latina e no Caribe. A produção pesqueira da região pode crescer 24,2%, passando de 12,9 milhões de toneladas para 16 milhões de toneladas neste período.

O crescimento, porém, não elimina problemas antigos e não previne contra os mais recentes, como a poluição marinha causada pelas redes e pelos resíduos da atividade econômica depositados diretamente no mar.

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SOS Mata Atlântica divulga agenda mínima aos candidatos

Organização construiu pauta que trata da defesa do bioma brasileiro.

Zerar o desmatamento ilegal da Mata Atlântica e garantir condições orçamentárias e técnicas para que 30% do território dos 17 estados que formam o bioma tenham planos municipais de gestão são dois objetivos gerais do documento “Desenvolvimento para Sempre”. Ele atualiza a pauta de uma das mais antigas organizações ambientais do país, o SOS Mata Atlântica (que fará 32 anos em setembro), para as próximas eleições.

A Mata Atlântica se espalha pela costa do Brasil e atinge também áreas na Argentina e no Paraguai. Originalmente tinha 1.309.736 km² dos 8.516.000 km² do território brasileiro. O bioma é um dos 34 pontos críticos mundiais para conservação da biodiversidade e tem parte de sua área como reserva da biosfera pela Unesco.

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Organização analisa mitos na defesa dos agrotóxicos

Saiba verdades e mentiras sobre o tema, em evidência após liberação polêmica.

“Não há prova de que agrotóxicos fazem mal a ninguém. São consumidos há
décadas e ninguém morreu.” Mentira. “O Brasil não é o maior consumidor mundial de pesticidas.” Verdade. “A nova lei vai aumentar a segurança para a saúde e o meio ambiente e reduzir o uso de agrotóxicos, pois introduz tecnologias mais modernas.” Não necessariamente.

Com esse formato de verdades e mentiras, o Observatório do Clima (OC) dá contribuição importante para a discussão sobre os agrotóxicos. Em artigo publicado na última quarta (11), a organização sublinha temas do discurso da bancada ruralista em defesa do substitutivo ao PL 6.299, o chamado PL do Veneno, que foi aprovado em comissão especial da Câmara em junho.

O Observatório é uma rede que reúne entidades da sociedade civil brasileira para discutir as mudanças climáticas. É formado por 36 organizações não governamentais, entre elas SOS Mata Atlântica, WWF Brasil, Instituto Socioambiental e Greenpeace.

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45,2% dos municípios não têm planos de resíduos sólidos no país

Dado faz parte do Perfil dos Municípios Brasileiros do IBGE de 2017.

Pouco mais da metade dos municípios (54,8%) do Brasil possui um Plano Integrado de Resíduos Sólidos, apesar de ser obrigação de todas as gestões municipais elaborar esses planos e providenciar sua execução, com metas de melhorias.

Sem o plano, uma cidade não pode obter recurso para fechar lixão e construir um aterro de forma consorciada com cidades vizinhas, por exemplo.

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Rio aprova fim das sacolas plásticas em lojas e supermercados

Elas devem ser substituídas por materiais reutilizáveis e biodegradáveis à base de milho
e cana.

O Estado do Rio aprovou veto às sacolas plásticas em supermercados nesta semana. A lei 8006/18 proposta pelo deputado Carlos Minc (PSB) foi sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão.

No começo do mês, a Câmara Municipal da cidade do Rio aprovou um projeto de lei que obriga estabelecimentos comerciais a adotar canudos de materiais biodegradáveis, recicláveis ou reutilizáveis. O projeto ainda não foi aprovado pelo prefeito Marcelo Crivella.

A lei estadual aprovada das sacolas proíbe uso, distribuição e venda em comércios. As sacolinhas plásticas terão de ser substituídas por reutilizáveis que podem ser usadas até 60 vezes e devem ser biodegradáveis.

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