Circuito curto entre a terra e o prato é bom para a saúde e para o bolso

Se a gente é o que come –e os estudos sobre a microbiota, a população colossal de micróbios que mora no corpo humano, vêm dando força renovada a essa tese– parece justo saber de onde vem e poder escolher o que mandamos para dentro todo dia, não?

Pois. Você come embalagem? Você come marketing? Se estiver tentado a repensar essas duas linhas da planilha de custos da sua comida, há cada vez mais opções.

Na busca por comida saudável, que inclui o repúdio pelos agrotóxicos e o apoio ao uso dos fertilizantes vindos da compostagem de resíduos orgânicos, vem crescendo no Brasil a rede de Grupos de Consumo Responsável.

São organizações de consumidores que querem conhecer e atuar no modo de plantio e cultivo de seus alimentos. Para isso, estabelecem relações diretas com os produtores.

O primeiro grupo identificado pelo Instituto Kairós, que estuda o tema e atua no fomento de iniciativas do tipo, nasceu em 1986. Mas a maior parte dos grupos foi fundada a partir dos anos 2000. Já foram realizados três encontros nacionais desses grupos.

http://folha.com/no1748816

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