Reverbere tem oficinas, cursos e filmes para difundir Permacultura

Se você procura se alimentar com comida orgânica, é contra o uso de agrotóxicos, se preocupa com o lixo que gera, faz esforço para reciclar, faz compostagem ou pensa em fazer, economiza água e energia ou está reavaliando o seu consumo, você está seguindo alguns dos princípios da Permacultura. E um festival que começou dia 23 e vai até domingo (27), em São Paulo, difunde as ideias e práticas desse sistema.

Cuidar das pessoas, cuidar da terra e partilhar o excedente é o tripé da Permacultura. “Ela desenha ambientes humanos sustentáveis otimizando os recursos disponíveis”, diz Thomas Enlazador, 40, um dos curadores do Reverbere, o primeiro festival latino-americano dedicado ao tema, com workshops, filmes e conversas.

“Permacultura não é o futuro, mas não existirá futuro sem Permacultura”, diz Enlazador. O festival homenageia um dos criadores do conceito, o ecologista australiano Bill Mollison, morto em setembro passado.

Mollison defendia que o mundo natural é a chave para ambientes produtivos. Se inspirou nas práticas de agricultura tradicionais de subsistência, com o uso de espécies adequadas para produzir de forma estável e garantir a regeneração do solo. Ele também estudou as interfaces benéficas entre cultivos e criações de animais. Com a colaboração de David Holmgren, formulou a visão sistêmica que foi difundida a partir dos anos 1970, integrando novas tecnologias a práticas de camponeses e comunidades indígenas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/11/1835499-reverbere-tem-oficinas-cursos-e-filmes-para-difundir-permacultura.shtml

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Empresas pedem que Trump respeite Acordo de Paris

Como vai se portar o segundo maior emissor de CO2 do mundo durante o governo Trump? A pergunta rondou a COP 22, conferência da ONU para o Clima, realizada em Marrakesch, no Marrocos, que reuniu representantes de 200 países para discutir como colocar em prática o Acordo de Paris.

O Acordo de Paris foi assinado em 2015 por 193 países que se comprometeram a limitar o aquecimento global abaixo dos 2°C até o final do século. Para atingir esse objetivo, precisam cortar a emissão de CO2 em todas as frentes, o que inclui indústrias, agricultura, transportes e geração de energia. O texto também prevê um fundo anual de auxilío para que países em desenvolvimento invistam em energias limpas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/11/1833274-empresas-pedem-que-trump-respeite-acordo-de-paris.shtml

Trama Afetiva recicla retalhos e ideias de criação de moda

Novos usos para panos, ideias e práticas. Ao mesmo tempo em que recicla retalhos, o projeto Trama Afetiva quer provocar reflexão e mudanças no modo de pensar e de produzir dos novos profissionais da moda. Processos colaborativos, que respeitam quem faz e para quem se faz, e levam em conta o meio ambiente e a preservação de recursos são diretrizes.

Os primeiros resultados materiais dessa iniciativa podem ser vistos na coleção de peças Casca, com produtos que ficam expostos até domingo em São Paulo.

O Trama Afetiva se dirige a jovens profissionais, estudantes e recém-formados. Nessa primeira edição, foi feita uma seleção de dez nomes mais de 340 portfólios inscritos. Três deles receberam ajuda de custo para participar e sete participaram como ouvintes.

Durante dois meses, o grupo teve palestras de Alexandre Herchcovitch, Marcelo Rosenbaum e Patricia Centurion, que se tornaram orientadores da experiência, e conheceu o trabalho do grupo de costureiras do Cardume de Mães, que atua no Taboão da Serra. Para por em prática o que planejaram e discutiram, os participantes usaram mais de 50 kg de retalhos de jeans e malharia doados pela Cia Hering.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/11/1831414-trama-afetiva-recicla-retalhos-e-ideias-de-criacao-de-moda.shtml

Nova Agenda Urbana ataca desperdício e defende recuperação de recursos

A Nova Agenda Urbana da ONU ataca explicitamente o desperdício de recursos e considera gestão racional de resíduos nas cidades, redução das emissões de carbono, garantia da segurança hídrica e alimentar como pontos conectados e fundamentais para a qualidade de vida nos próximos 20 anos.

O texto afirma a busca da transição para a economia circular, com a conservação do ecossistema, a regeneração, a recuperação e a resiliência dos assentamentos urbanos face às vulnerabilidades e riscos de desastres naturais e mudanças do clima.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/11/1829227-nova-agenda-urbana-ataca-desperdicio-e-defende-recuperacao-de-recursos.shtml