Indústria acena com solução para embalagens flexíveis

Até o final do ano, deve começar a ser testada uma tecnologia para tratar embalagens plásticas flexíveis descartáveis, que têm uso crescente nos cosméticos, produtos de limpeza e gêneros alimentícios, mas não são até hoje recicláveis.

São diversos tipos de produtos que usam esses envases, sobretudo para a modalidade de refil, entre detergentes, sabões, amaciantes, shampoos, sabonetes, sopas, mostardas, maioneses e temperos.

Do ponto de vista do preço e da logística, os sachês são um avanço na história do design da embalagem. Têm menos matéria prima, mais flexibilidade e melhor capacidade de armazenamento e transporte.

Essas vantagens podem explicar a penetração crescente em países mais pobres e o desempenho global: o consumo mundial deve somar 27,4 milhões de toneladas em 2017 e o mercado deve crescer 4,1% até 2022, chegando a 33,5 milhões de toneladas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/05/1885836-industria-acena-com-solucao-para-embalagens-flexiveis.shtml

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Azul amplia reciclagem e segue só entre as grandes no setor no país

A companhia aérea Azul ampliou a reciclagem de material de serviço de bordo. Segue sozinha nesse tipo de iniciativa entre as grandes do mercado de aviação no Brasil.

Anunciou, na semana passada, que começou a separar recicláveis, incluídas as embalagens de salgadinhos, em todos os voos com destino a Viracopos (SP), Guarulhos (SP) e Recife (PE). E que em breve fará o mesmo naqueles que chegam ao aeroporto Internacional de Belo Horizonte (MG). Com 123 aviões em funcionamento, a companhia tem mais de 700 voos diários.

É dever das companhias fazer a separação dos resíduos entre infectantes (dos banheiros) e comuns (todos os demais do serviço de bordo, refeições, operações). Em solo, a companhia destina os itens recolhidos às áreas segundo a administração aeroportuária e o aeroporto faz a destinação final dos resíduos.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/05/1883284-azul-amplia-reciclagem-e-segue-so-entre-as-grandes-no-setor-no-pais.shtml

Incinerar lixo é retrocesso ambiental e social

A companhia de saneamento básico de São Paulo quer incinerar lixo da cidade. Em entrevista recente, o presidente da Sabesp, Jerson Kleiman, expôs ideia de expansão dos negócios mirando explorar a área de resíduos sólidos e obter com eles energia para a empresa cuidar do esgoto. Disse que pretende usar a incineração como alternativa ao envio de resíduos aos aterros sanitários.

Apesar de ser apresentada como segura, não há nada de limpo na queima do lixo. A técnica da incineração é extremamente perigosa, cara e vai na contramão da sustentabilidade. Ela é contestada pelos ambientalistas por causa das emissões de poluentes e pelo retrocesso que representa em relação aos processos de reciclagem, base da economia circular, que reinsere na cadeia produtiva os resíduos gerados pelo consumo.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/05/1881281-incinerar-lixo-e-retrocesso-ambiental-e-social.shtml