Nova tecnologia promete salto na reciclagem de PET na Europa

Uma nova tecnologia criada por um consórcio europeu promete aumentar a taxa de reciclagem dos polímeros, começando pelo PET, material de embalagem considerado de alto desempenho na segurança de produtos para consumo. Um dos seus maiores mercados é o de água mineral.

O PET tem índice de reciclagem de cerca de 60%, na Europa. Mas a reciclagem é bastante complexa, até pela alta disseminação do uso pelo mundo todo, e envolve vários sistemas de identificação de origem, o que desperdiça grande parte do material passível de reciclagem.

A tecnologia em questão foi desenvolvida no projeto Polymark, que é formado por várias associações de recicladoras, institutos de pesquisa e tecnologia e grupos industriais europeus, envolvendo toda a cadeia de valor do plástico e com apoio de um fundo da União Européia. O objetivo é maximizar a reutilização de plástico reciclado.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1871318-nova-tecnologia-promete-salto-na-reciclagem-de-pet-na-europa.shtml

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Florianópolis comemora 344 anos cuidando de hortas

Além das habituais mudas, tem também Ora pro Nobis, Hortelã e Penicilina (Perpétua do Brasil). Na manhã de quinta-feira, 23 de março, aniversário de 344 anos de Florianópolis, foi implantada num centro de saúde da cidade uma horta comunitária modelo.

Localizada na região continental, no bairro de Estreito, ela é modelo porque tem o sistema completo, com coleta de resíduos, compostagem e uso de composto nos seus canteiros.

A ideia de plantar também fitoterápicos –ervas e chás– faz parte de um programa de alimentação saudável da Secretaria da Saúde. Além das mudas fornecidas pela prefeitura, os moradores da região também podem trazer suas plantas e compartilhar conhecimentos sobre curas tradicionais e alternativas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1869229-florianopolis-comemora-334-anos-cuidando-de-hortas.shtml

Coalizão contra fracking do solo tem primeira vitória estadual no Paraná

Na última semana, o movimento que luta contra o uso da técnica de fracking (fraturamento) para exploração do gás no Brasil obteve sua primeira vitória no âmbito dos Estados. Em dezembro último, havia sido sancionada a lei que suspende por dez anos a atividade no Paraná. E, no último dia 8 de março, foi mantido, pela Assembleia Legislativa do Estado, o veto ao artigo terceiro dessa lei, que permitia ainda testes e pesquisa sísmica.

Um terço das reservas brasileiras de gás está na Bacia Sedimentar do Paraná, a maior em volume, que atinge os Estados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. E 42% da água consumida no Paraná é de fontes subterrâneas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1867205-coalizao-contra-fracking-do-solo-tem-primeira-vitoria-estadual-no-parana.shtml

Selfridges leva ao topo menu de resíduos com chefs estrelados

No topo da tradicional loja de departamentos Selfridges, grande centro de consumo em Londres, funciona desde o dia 24 de fevereiro e até o dia 2 de abril um restaurante popup (temporário) com ingredientes nada convencionais e alguns de pouco apelo visual.

Eles são obtidos de produtos desprezados habitualmente pelos fazendeiros ou entrepostos comerciais e resíduos de outras preparações da indústria alimentícia. Legumes machucados, frutas feias, cortes não nobres de carnes, restos da produção industrial de sucos, cascas das sementes de café.

Comandado pelo chef Dan Barber, o WastED London é o segundo do tipo. O primeiro funcionou por três semanas em março de 2015 em Nova York. Barber é o criador dos premiados restaurantes Blue Hill, onde serve pratos preparados com ingredientes de sua fazenda.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1865238-selfridges-leva-ao-topo-menu-de-residuos-com-chefs-estrelados.shtml

Campanha traz seis objetivos para avançar na compostagem em SP

Compromisso público e engajamento municipal no desenvolvimento do setor da compostagem são os objetivos de um grupo de associações, organizações e pesquisadores atuantes de São Paulo.

Eles se uniram e elaboraram um plano com seis tópicos, que se desdobram em 24 ações, para tornar a compostagem parte do programa de governo da capital paulista. O grupo calcula que a cidade poderia economizar R$ 465 milhões por ano se os resíduos orgânicos fossem compostados e não levados para aterros.

Os seis objetivos, alinhados com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU), estão difundidos no site Objetivos da Compostagem, que lança nesta sexta (3) uma campanha. Os objetivos já foram apresentados em fevereiro de 2017 ao atual secretário do Verde, Gilberto Natalini, numa roda de conversa.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1863326-campanha-traz-seis-objetivos-para-avancar-na-compostagem-em-sp.shtml