Índia proíbe copos, pratos e talheres descartáveis na capital Nova Déli

A Índia proibiu todas as formas de plástico descartável na capital, Nova Déli, desde o início de janeiro de 2017. Sacolas, copos, talheres, sacos e outras formas de plástico não reutilizáveis foram vetados por um órgão de regulação ambiental, o Tribunal Verde Nacional (NGT).

A proibição do plástico havia sido decidida em dezembro de 2016 e é considerada um passo importante na batalha contra a poluição dos mares. A Índia está entre os quatro maiores poluidores plásticos do mundo.

Segundo especialistas, os países asiáticos são responsáveis por cerca de 60% dos 8,8 milhões de toneladas de plástico que são despejados nos oceanos por ano. Se as taxas atuais continuarem, a Ásia despejará 80% do plástico do mundo a uma taxa de 200 milhões de toneladas por ano até 2025.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/01/1853261-india-proibe-copos-pratos-e-talheres-descartaveis-em-nova-deli.shtml

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Novo aterro é essencial para fechar lixão de Brasília, mas não basta

Foi inaugurada no último dia 17 a primeira parte do Aterro Sanitário de Brasília, na região de Samambaia. Foram pelo menos seis anos de obras para entregar uma área com capacidade de receber 900 toneladas por dia. Quando estiver operando totalmente, poderá receber 2.700 toneladas. O governo do DF não divulgou, porém, um cronograma para as próximas etapas. O custo é estimado em R$ 110 milhões.

A existência do novo aterro é essencial para o fechamento do maior lixão da América Latina e um dos 50 maiores do mundo, cravado na capital do Brasil: o Lixão da Estrutural. Mas não basta. Num roteiro extremamente complexo, é um começo.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/01/1851557-novo-aterro-e-essencial-para-fechar-lixao-de-brasilia-mas-nao-basta.shtml

Poluição e aquecimento dos oceanos são temas de conferência da ONU

Em junho , deve acontecer em Nova York a primeira Conferência das Nações Unidas sobre oceanos. O encontro pretende discutir e apoiar a implementação do SDG 14, a meta 14 do desenvolvimento sustentável, que se refere à conservação dos mares e recursos marinhos.

Os temas principais serão a poluição marinha, a crescente quantidade de plástico presente nas águas, a sobrepesca, a acidificação, o aquecimento provocado pelas mudanças climáticas e a necessidade de criar zonas de proteção em parques nacionais marinhos.

Na nota preparatória para a conferência, o comitê da ONU responsável pelo evento ressalta que mais de 80% da poluição marinha é derivada de fontes terrestres como descargas ribeirinhas, escoamento agrícola e industrial, descargas urbanas, águas residuais municipais ou industriais, deposição atmosférica, despejos ilegais ou indiscriminados, além de acidentes com navios e plataformas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/01/1849421-poluicao-e-aquecimento-dos-oceanos-sao-temas-de-conferencia-da-onu.shtml

Em vez de se vestir de gari, que tal…

Em vez de se vestir de gari de vez em quando, como fez no dia 2 de janeiro, para posar para fotos fazendo de conta que pega no pesado, o prefeito João Dória (PSDB) poderia se comprometer a manter as conquistas que São Paulo teve nos últimos anos na gestão dos resíduos e avançar onde é preciso.

Não é com marketing que se resolve a demanda de soluções complexas para uma cidade que gera aproximadamente 20 mil toneladas diárias de resíduos do comércio, indústria e domicílios –e que tem de destinar diariamente 12 mil toneladas vindas da coleta porta a porta. Podem fazer mutirões todo dia. Não é disso que se trata. E os primeiros sinais da nova gestão nessa área, no discurso e nas ações, não são promissores.

No discurso, além da cena dos falsos garis fazendo que conta que limpam o que já foi limpo pelos garis de verdade, o sistema de limpeza foi chamado de zeladoria pela operação Cidade Linda. Limpeza pública não é questão de zeladoria.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/01/1847275-em-vez-de-se-vestir-de-gari-que-tal.shtml