Uma taturana verde para abraçar o Minhocão

Trazer uma taturana verde para o cinza do Minhocão, independentemente do futuro da via, é a proposta do grupo de plantadores Novas Árvores Por Aí. Para isso, eles vão começar colocando trepadeiras no percurso de todo o Elevando Costa e Silva em frestas já existentes ou cavando ninhos especialmente para receber as mudas na base do viaduto. Cabos de aço atados às defensas laterais devem conduzir o crescimento das plantas.

O Novas Árvores Por Aí se formou a partir de uma página no Facebook e mobiliza as pessoas para plantios pela cidade, liderado pelo publicitário Nik Sabey.

Para o projeto do Minhocão, o grupo pretende organizar plantios coletivos nos próximos meses de junho e julho e colocar as trepadeiras em pontos estratégicos da via, sem custos para os órgãos públicos. “Vai ser bom para a saúde de quem frequenta a área aos domingos e também para os moradores” diz Sabey. Bertalha Coração e duas espécies de Cipó – de Sino e de São João- devem ser plantados no local.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1775423-uma-taturana-verde-para-abracar-o-minhocao.shtml

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Agricultura urbana terá oficinas e feiras em festival lixo zero em SP

Sem copos descartáveis e com comida servida em embalagens compostáveis, acontece no domingo, 22, o Festival de Agricultura Urbana em São Paulo. Serão rodas de conversa, oficinas práticas e palestras, além de uma feira de alimentos orgânicos produzidos na cidade e uma feira gastronômica, na praça Victor Civita, em Pinheiros.

O festival é uma boa oportunidade para conhecer alguns dos movimentos alternativos que vêm ganhando adeptos na cidade nos últimos anos, defendendo formas coletivas de ocupar e usar o espaço urbano preservando e restaurando o meio ambiente, combatendo o desperdício e a poluição.

Grupos que cultivam hortas escolares e comunitárias, plantadores de jardins comestíveis e de plantas alimentícias não-convencionais, apicultores, interessados em agroecologia, ecogastronomia e permacultura vão trocar experiências e discutir novas tecnologias da agricultura urbana.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1773221-agricultura-urbana-tera-oficinas-e-feiras-em-festival-lixo-zero-em-sp.shtml

SP ganha aplicativo para descarte de óleo no Dia Mundial da Reciclagem

Óleo despejado no ralo é dinheiro jogado fora e dano ambiental grave. Vai se depositando nos canos, provocando entupimentos no sistema de esgoto e exigindo caros reparos. Quando chega ao destino, forma uma película na superfície da água ou no solo, impedindo a passagem da luz e a oxigenação na terra, nos rios e mares, matando plantas e peixes.

E esse é o caminho que a maior parte do óleo usado faz no Brasil: são 700 milhões de litros por ano descartados irregularmente, segundo estimativas da indústria do óleo vegetal. Cada litro de óleo jogado nos cursos d’água tem potencial para contaminar 25 mil litros de água.

O consumo total anual é de 3 bilhões de litros de óleo. De cada 4 litros consumidos, 1 litro é descartado de forma incorreta. Atualmente, são coletados na cidade de São Paulo 1,6 milhão de litros de óleo comestível usado, o que representa 10% do potencial existente, também de acordo com os dados da indústria.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1770975-sp-ganha-aplicativo-para-descarte-de-oleo-no-dia-mundial-da-reciclagem.shtml

Caravana conecta produtores da agroecologia

Para promover trocas de experiências diretas entre cultivadores da agricultura ecológica, produtores, estudantes e técnicos, começa em 17 de maio a quarta caravana do projeto Comboio Agroecológico, passando por várias unidades de plantio de frutas, legumes, hortaliças e ervas medicinais.

Serão visitados comunidades de agricultura familiar, assentamentos, cooperativas e quilombos que são adeptos do cultivo sem agrotóxicos ou sementes modificadas. As experiências anteriores partiram dos Estados Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, em 2015.

O objetivo da caravana é possibilitar intercâmbio e troca de sementes, informações técnicas, conhecimentos regionais e histórias das famílias e das comunidades produtoras. E defender a necessidade da agroecologia como forma de restaurar a saúde e proporcionar novas práticas na agricultura, na organização social e econômica da  produção, na distribuição, na comercialização e no consumo de alimentos.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1768297-caravana-conecta-produtores-da-agroecologia.shtml