Saiba como reduzir os impactos ambientais da casa

Antes de comprar aparelhos que prometem economia, o primeiro passo para ter uma casa mais sustentável é analisar os itens que causam impactos ambientais, quantificá-los e tentar reduzir os tempos de uso ou quantidades. Geração de lixo, consumo de energia e consumo de água são os três grupos de atividades importantes.

Metade do consumo total de água doméstico, por exemplo, vem do chuveiro. “Se um item apenas é responsável por 50% do gasto, é claro que você deve começar por ele. Regulando o tempo de banho, o resultado vem na conta”, diz o engenheiro Luiz Henrique Ferreira, da consultoria Inovatech. “Para obter esse controle, os timers podem ajudar”, diz.

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Casa Viva valoriza rotina econômica em reforma discreta

Tire os sapatos antes de entrar. Menos sujeira vinda de fora resulta em menor consumo de produtos de limpeza e economia no bolso. Na hora do banho, fique de olho num reloginho. Para regar as plantas e lavar quintal, use água da chuva. Quando precisar mudar a organização interna, nada de quebra-quebra: basta rearranjar paredes internas.

Com um projeto que prevê intervenção mínima no imóvel e incentiva a adoção de rotinas econômicas de seus ocupantes, a Casa Viva venceu o Desafio Casa Sustentável e estará na mostra Casa Cor 2018 a partir de 22 de maio, em São Paulo.

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Banana é campeã no ranking do desperdício, diz estudo

Casca pigmentada abrevia ainda mais a vida útil da fruta nas prateleiras.

Um estudo recente da Universidade de Karlstad, na Suécia, apontou os sete produtos que representam quase metade das frutas e vegetais desperdiçados pelo varejo naquele país: bananas, maçãs, tomates, saladas, pimentões, peras e uvas.

O desperdício poderia ser diminuído se houvesse uma estratégia priorizando o melhor aproveitamento desses produtos nas lojas. Foram analisados os resíduos de frutas e vegetais de três grandes vendedores verificando quantidade, custos econômicos e impacto nas mudanças climáticas.

Juntos, os sete campeões do desperdício representam quase 50% do custo dos revendedores. Características dos produtos ligadas às perdas no cultivo e no transporte até as lojas representam 85% dos custos associados ao desperdício.

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Concurso vai premiar projetos de mobilidade sustentável

Entre a casa e o trabalho, os brasileiros perdem até 15 dias por ano. O tempo médio do paulistano para ir e vir da atividade principal é de 2 horas por dia e a maioria dos veículos circulantes tem apenas um ocupante.

Modificar esse cenário de grande desperdício de tempo e alta pegada de carbono e organizar percursos mais inteligentes e de maior qualidade para as pessoas é o objetivo de um concurso de inovação em mobilidade.

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Ilha de Porto Belo, em SC, caça bitucas dos turistas

Ação recolheu 2.700 bitucas, que serão usadas em ações de sustentabilidade.

Depois de banir a venda de garrafas de vidro (2002), cigarros (2007), balões de borracha e canudos (2016), a Ilha de Porto Belo, em Santa Catarina, resolveu atacar as bitucas.

Em dezembro passado, foram instaladas 16 bituqueiras, colocadas faixas adesivas em cadeiras e mesas de praia, e os turistas são recebidos com cartazes com o lema Bitucas não são sementes.

Considerando os primeiros resultados, a campanha está conquistando adeptos. Na primeira coleta, foram recolhidas 2.717 bitucas, sendo que 30,62% estavam fora das bituqueiras. Na segunda coleta, foram 2,058, sendo que 25,46% estavam dispersas na praia. Os administradores estão guardando o material para usar em aulas sobre sustentabilidade e depois dar uma destinação adequada.

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Indústria de bebidas promete mais retornáveis e reciclados

Trocar o vasilhame antigo por desconto no preço da nova bebida. Cada vez mais essa mensagem será usada para convencer o consumidor a aderir aos retornáveis. Faz parte da estratégia para chegar às metas de destinação correta de embalagens pós uso de empresas de refrigerantes e cervejas.

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Influenciada por doc, rainha Elizabeth quer banir descartáveis

A rainha Elizabeth 2ª vai proibir canudos, garrafas e copos plásticos nas propriedades da família real da Inglaterra, de acordo com reportagem do “The Telegraph”.

Segundo o jornal, a rainha foi influenciada pela série de documentários “Blue Planet II”, produzida pela BBC e narrada pelo naturalista David Attenborough, que mostra os efeitos da poluição do plástico nos mares e na vida marinha. A série já passou em mais de 20 países.

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