Saco feito com lixo já está sendo distribuído para a seletiva em SP

Os sacos de lixo fabricados com o material aproveitado das duas centrais mecanizadas da cidade começaram a ser distribuídos de porta em porta, num projeto piloto nos subdistritos da Capela do Socorro e da Lapa, em São Paulo.

Eles trazem informações sobre separação e reciclagem de resíduos e sua chegada às casas da cidade é o fechamento de um círculo importante. Os recicláveis que são separados pela população são coletados pela Prefeitura e levados para as centrais mecanizadas. São separados de novo, enfardados em vendidos para as empresas recicladoras. Os plásticos viram novos sacos plásticos, que são adquiridos pela Prefeitura e distribuídos para que os moradores acondicionem neles os resíduos recicláveis.

Mas não é só o retorno que importa nessa operação. O que pode fazer diferença também é que, desde 10 de dezembro, sozinhos ou em duplas, agentes treinados visitam os moradores dessas regiões para entregar os sacos e usam esse tempo para conversar sobre o papel fundamental que as pessoas podem desempenhar na separação dos resíduos.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/12/1567360-lixo-sacos-feitos-com-lixo-ja-estao-sendo-distribuidos-para-a-seletiva-em-sp.shtml

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E a Baía de Guanabara continua um lixo

Faltando um ano e oito meses para os Jogos Olímpicos Rio-2016, as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze botaram a boca no trombone para avisar, a quem interessar possa –e que porventura não saiba–, que a baía da Guanabara continua um lixo.

Ao receber um prêmio, esta semana, as campeãs mundiais de 2014 chamaram o governo do Estado do Rio na chincha, convidando os políticos a navegar para ver de perto o lixo e os peixes mortos. A dupla disse estar decepcionada com o andamento das obras de despoluição da baía. Os Jogos serão disputados no Rio entre 5 e 21 de agosto de 2016.

O Brasil se comprometeu a despoluir pelo menos 80% da baía para o evento. Num teste realizado em agosto, dois anos antes dos Jogos, vários atletas deram declarações à imprensa reclamando do lixo nas águas. O campeão australiano Nathan Outteridge encontrou um cachorro morto nos treinos. Outros atletas disseram ter visto gatos, ratos e móveis boiando. Um dos membros da Federação Internacional de Vela (ISAF), Alastair Fox, se disse preocupado com a contaminação.

Como se não bastasse, na última terça (16), pesquisadores do Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) encontraram a superbactéria KPC (resistente a antibióticos), nas águas da praia do Flamengo, zona sul da cidade

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/12/1564621-lixo-e-a-baia-de-guanabara-continua-um-lixo.shtml

Fachada interativa de hotel em SP transforma ruídos e poluição em luz

Um gigante digital pulsa à noite em uma das principais artérias da cidade. Ele tem vida própria. Sua forma varia de acordo com o barulho, suas cores reagem à poluição e seus movimentos atendem a comandos de cliques e vozes de passantes.

Ruídos de frenagem e arranque dos ônibus, movimento dos carros, sirenes e os ventos encanados que passam por um dos corredores mais movimentados de São Paulo são a base da programação digital que ilumina a fachada de um hotel dos anos 1970, de cerca de 30 andares, que acaba de ser reformado.

É o projeto “Criatura de Luz”, do arquiteto Guto Requena, que começou a funcionar oficialmente na quarta (17), entre as alamedas Lorena e Oscar Freire, na avenida Rebouças.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/12/1563612-fachada-interativa-de-hotel-em-sp-transforma-ruidos-e-poluicao-em-luz.shtml

Lixo: Subcomissão do Senado quer prazo até 2016 para lixões

Apesar de pareceres desfavoráveis do governo e da Conferência Nacional do Meio Ambiente, uma Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos do Senado recomendou prorrogar o prazo para o fim dos lixões nas cidades brasileiras até 2016.

Um relatório produzido e aprovado na última terça (9) pelo grupo também incluiu um projeto de lei propondo a nova data. O grupo também quer que o Ministério do Meio Ambiente forneça uma lista de municípios que não cumpriram o prazo para a erradicação dos lixões como os motivos alegados.

Segundo a relatora do projeto, senadora Vanessa Grazziotin (PC do B /AM), o prazo estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos , em 2 de agosto de 2014,
foi insuficiente para a maior parte das cidades, principalmente as mais pobres.

O relatório também propõe acabar com alguns mecanismos regulatórios que previam suspensão de recursos para os municípios que não cumprissem metas da PNRS. E quer mais incentivo `a realização de convênios entre municípios e órgãos federais.

Lixo: Subcomissão do Senado quer prazo até 2016 para lixões

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/12/1561420-lixo-subcomissao-do-senado-quer-prazo-ate-2016-para-lixoes.shtml

Lixo: Ibira Amo e Cuido faz mutirão de limpeza no Ibirapuera

Sacos de lixo nas mãos e disposição. Um grupo de cerca de 40 pessoas fez uma caminhada de duas horas no Ibirapuera, no último dia 28 de novembro, e juntou cerca de 50 kg de lixo. Foi o quarto mutirão de limpeza do parque, organizado pela ONG Parque Ibirapuera Conservação.

“Filtro de cigarro, canudos e embalagens de plástico em geral. E muita tampinha de garrafa de suco ou água. O parque até que é bem limpo. Os garis recolhem os detritos maiores e sobram os demais, difíceis de pegar”, diz o jornalista Ricardo Porto, que participou pela primeira vez do mutirão.

Ricardo Porto, que faz parte do coletivo Bancos com Encosto para Sampa, que difunde a ideia de que a cidade precisa de parques e praças com bancos confortáveis, para favorecer a permanência maior das pessoas e o convívio social, viu o chamado para o mutirão pela internet. E gostou da experiência.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/12/1557982-lixo-ibira-amo-e-cuido-faz-mutirao-de-limpeza-no-ibirapuera.shtml