Encare seu lixo e aproveite a crise para mudar hábitos

A paralisação dos caminhoneiros teve reflexo direto no escoamento de resíduos urbanos, com redução da coleta comum e suspensão da seletiva, em várias cidades. Como resultado, o lixo gerado diariamente pode se acumular nas casas e nos locais de trabalho.

Lidar com esse incômodo – encarar seu lixo de frente – pode ser uma oportunidade para mudar seus hábitos de consumo, a forma como você aproveita os alimentos e a sua organização doméstica. Abaixo, um roteiro com dez tópicos para auxiliar seu planejamento e uma relação mais proveitosa com os resíduos.

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Acordo de embalagens de SP prevê triagem de lixo comum

Logística reversa vai gerar Certificados de Economia Circular no estado.

Na última quarta-feira (23), foi firmado em São Paulo um Termo de Compromisso de Logística Reversa de Embalagens entre a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e cerca de 200 empresas de alimentos, bebidas e brinquedos.

O acordo foi também assinado pela Fiesp (Federação das Indústrias) e pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe).

O sistema estabelece nova etapa no fluxo do lixo comum. Hoje, os sacos de lixo não reciclável são recolhidos nas casas pelas empresas concessionárias de limpeza de cada cidade e enviados por essas empresas aos aterros ou lixões.

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Comunidades se associam na gestão de hortas orgânicas

Toda quinta-feira, a administradora Paula Andrade recebe a lista de frutas, verduras e legumes orgânicos que poderá pegar na terça seguinte, o dia da partilha na CSA Atibaia. Ela entrou no grupo há 1 ano e meio – tornou-se coagricultora – e também participa das atividades de administração e comunicação do grupo de forma voluntária.

CSA é Comunidade que Sustenta a Agricultura, modelo em que os consumidores assumem os riscos da produção e dividem os resultados do plantio, em sistema de colaboração com os agricultores.

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Votação do ‘Pacote do Veneno’ é adiada para 29 de maio

Projeto elimina controles de órgãos da saúde e do ambiente e facilita registro de
agrotóxicos.

Foi adiada mais uma vez, agora para 29 de maio, a votação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei que trata do registro, da fiscalização e do controle do uso dos agrotóxicos no país, o PL 6299/02. Até lá, entidades contra a flexibilização dos controles sobre essas substâncias querem conseguir vetar o projeto.

O chamado Pacote do Veneno mina as restrições aos agrotóxicos em várias frentes. Para começar, tenta apagar os riscos do uso para os consumidores, propondo mudar o nome de agrotóxico para defensivo fitossanitário.

Centraliza de maneira perigosa no Ministério da Agricultura a responsabilidade pelo registro desses produtos, tirando da Anvisa, que é ligada ao Ministério da Saúde, e do Ibama, que é órgão do Meio Ambiente, avaliação, monitoramento e veto sobre os processos.

É um erro, porque os agrotóxicos não dizem respeito apenas à agricultura. Eles afetam a saúde pública em vários processos, do manuseio dos trabalhadores de toda a cadeia de produção e comercialização dos alimentos, passando pela cadeia de consumo e chegando ao descarte.

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Compartilhar casa pode pagar manutenção do imóvel

Não é plano B, não substitui salário, mas pode fazer a casa parar de apenas consumir recursos e passar a gerar o próprio sustento.

Filho que sai de casa, mudança na fonte de renda, espaço ocioso depois de uma reconfiguração. Os gatilhos são variados para as pessoas decidirem alugar parte de suas casas e assim obter renda para o pagamento das despesas da própria casa.

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Começa em junho plantio de orgânicos para preservar água de Tinguá

Para garantir qualidade da água, empresa investe em cinturão de agricultura livre
agrotóxicos no Rio.

A demanda por orgânicos cresce 30% ao ano no Brasil, segundo dados divulgados pelo Sebrae.

Além da importância da produção de hortaliças, ervas, frutas e legumes cultivados dessa forma para suprir a demanda crescente por alimentação mais saudável, a agricultura orgânica, por não usar agrotóxicos, forma um escudo de proteção do solo e dos mananciais contra as substâncias altamente contaminantes presentes nesses venenos.

Partindo da necessidade de preservar a qualidade da água, o que significa garantir solo e subsolo livres de agrotóxicos, foi desenhado o projeto Caruanas. Ele será instalado em uma área de 1 mil hectares, a 60 km do Rio, entre os municípios de Nova Iguaçu e Duque de Caxias.

O objetivo é, em 8 anos, criar o maior cinturão de agricultura orgânica do Estado e com isso proteger a bacia hidrográfica do Tinguá.

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Entidades atuam contra “Pacote do Veneno” e fim do “T” para transgênicos

Grupos de defesa de consumidores e do meio ambiente estão em alerta. Eles se mobilizam contra mudanças na legislação que podem ser aprovadas nos próximos dias e que colocam em risco a segurança alimentar.

São alterações que enfraquecem o controle sobre os agrotóxicos e eliminam parte da sinalização da presença de transgênicos nos alimentos. As alterações ferem o direito à informação, argumentam.

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