Nasce em Pinheiros o primeiro jardim de chuva de São Paulo

No último dia 16 de dezembro, 200 pessoas passaram, entre as 10h e as 18h, para participar de um mutirão de plantio de araucárias e espécies da Mata Atlântica e dos remanescentes de Cerrado paulistano nas proximidades do largo da Batata, na capital de São Paulo.

As plantas vieram de terrenos em desmatamento próximos de Embu. As calçadas detonadas foram substituídas por caminhos de piso de concreto usinado. Pedras quebradas foram trocadas. Em memória do largo dos bondes, foi pavimentado um círculo. Dois bancos de ferro e madeira servem agora para contemplar a nova velha natureza reabilitada.

Nasceu assim o Largo das Araucárias, primeiro jardim de chuva público da cidade de São Paulo, fruto de um trabalho de equipe, numa nesga de terreno ocupada antes por um posto de gasolina. Apesar do terreno vulnerável, laudos da Cetesb atestaram que houve trabalho de descontaminação, segundo os idealizadores do projeto.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1946814-nasce-em-pinheiros-o-primeiro-jardim-de-chuva-de-sao-paulo.shtml

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Brasil é o 2º maior gerador de e-lixo das Américas

Nove pirâmides de Gizé ou 4,5 mil torres Eiffel. Em 2016, o peso equivalente a esses combos de monumentos, 44,7 milhões de toneladas, foi gerado de lixo eletrônico no mundo, um aumento de 8% em relação a 2014.

Até 2021, a produção dessa sofisticada sucata deve superar as 50 milhões de toneladas ao ano, um aumento de cerca de 17%. Estima-se que o desperdício potencial desses materiais seja equivalente a US$ 55 bilhões.

TVs, celulares, aparelhos de som, video e outros eletrônicos com placas possuem componentes valiosos como ouro, prata, cobre, platina, paládio.

Mas a reciclagem é complexa e não é difundida globalmente. Só 20% dos resíduos eletrônicos produzidos no mundo foram reciclados. A maior parte do que é descartado vai parar em lixões a céu aberto, contaminando solo, ar e água.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1945328-brasil-e-o-2-maior-gerador-de-e-lixo-das-americas.shtml

Ação que doa 5 pratos de comida por peça de roupa vai beneficiar Alagoas

A Black Friday deu bons resultados para a campanha de combate à fome da marca de moda masculina Reserva. Foram 539.140 pratos de comida destinados em quatro dias do projeto 1P5P, que promove a doação de cinco pratos a cada peça vendida.

No fim do ano, a Reserva ampliou sua atuação para o estado de Alagoas, escolhido por ter o menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil. Lá, em parceria com o Progama Mesa Brasil, do Sesc, passou a mandar doações de comida a 126 instituições.

Mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/12/1943970-acao-que-doa-5-pratos-de-comida-por-peca-deroupa- vai-beneficiar-alagoas.shtml

Idec quer ‘abrir caixa-preta’ da pontuação de crédito do consumidor

Está prevista para os próximos dias a votação das mudanças no Cadastro Positivo na Câmara dos Deputados. O novo texto já foi aprovado pelo Senado, em outubro.

Ele permite a inclusão, pelas instituições financeiras, de informações cadastrais sem autorização prévia dos clientes.

As pessoas que não quiserem ter seus nomes incluídos terão de pedir para sair. Hoje em dia, é necessário que o consumidor autorize o acesso a essas informações pelas instituições.

Mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/12/1943963-idec-quer-abrir-caixa-preta-da-pontuacao-de-credito-doconsumidor. shtml

Consumidores cobram solução para embalagens

“Está mais do que na hora, senhores!” Assim conclama o abaixo-assinado de consumidores que pede às empresas de laticínios e ao sindicato que as representa em São Paulo, o Sindileite, que tomem atitude para destinar corretamente as embalagens usadas dos produtos que comercializam.

Com mais de 1.000 assinaturas, o documento foi entregue junto com cerca de 1.300 embalagens de leite, iogurte e congêneres na sede do sindicato, na região central da cidade, na manhã de terça (12).

“Nossa iniciativa tentou fazer com eles o que eles fazem com a gente –deixar as embalagens na sua casa e você que se vire para dar um destino correto”, diz Carolina Tarrio, uma das consumidoras que participou da coleta, do abaixo-assinado e da entrega.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1943552-consumidores-cobram-solucao-para-embalagens.shtml

Projeto cria comboios de carros autônomos para economizar energia

No horizonte de montadoras e empresas de tecnologia para substituir combustíveis fósseis, o veículo elétrico autônomo poderia ser ainda mais econômico e não poluente se funcionasse de maneira integrada.

Formando comboios, circulando em faixas exclusivas e coordenado por um sistema aberto de dados, permitiria percursos mais seguros, previsíveis e rápidos.

Essas são as bases do projeto Digital Rails, criado pelo escritório de design brasileiro Questtonó e um dos dez selecionados de um concurso de ideias sobre mobilidade urbana promovido pela cidade de Nova York no primeiro semestre deste ano.

Mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/12/1942523-projeto-cria-comboios-de-carros-autonomos-para-economizar-energia.shtml

Relatório aponta danos ambientais da indústria da moda

Na China, o tempo de utilização da roupa caiu 70% nos últimos 15 anos e 60% das pessoas dizem possuir mais roupas do que precisam, o mesmo índice da Alemanha. No mundo todo, mais da metade da moda rápida produzida é descartada em menos de um
ano. A cada ano, US$ 460 bilhões são jogados fora em roupas que poderiam ser ainda utilizadas.

A combinação entre excesso de consumo e descarte veloz é um dos mais graves problemas da moda, mas há muitos outros. O mais conhecido é o alto consumo de água. São 93 bilhões de metros cúbicos de água anualmente na produção de têxteis.

A indústria e os negócios da moda geram emissões de gases do efeito estufa de 1,2 bilhão de toneladas ao ano, mais que a poluição atribuída aos aviões. Meio milhão de toneladas de microfibras de plástico são expelidas por ano a partir de roupas lavadas, 16 vezes mais que as microesferas de plástico presentes nos cosméticos. No final das contas, essas microfibras vão poluir os mares.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1941687-relatorio-aponta-danos-ambientais-da-industria-da-moda.shtml