Mercado de cosméticos naturais cresce com millenials

Os mais jovens querem produtos que não agridam o ambiente. O mercado é promissor: a geração dos nascidos a partir de 1999 será o maior grupo de consumidores do mundo até 2020, atingindo um total de 2,6 bilhões de pessoas, segundo estimativas.

Em junho, as feiras NaturalTech e Bio Brazil Fair, de produtos naturais e orgânicos, lançaram cerca de 1.500 itens de 500 marcas diferentes em São Paulo. De acordo com a empresa que organiza esses eventos, o mercado dos orgânicos brasileiro movimenta mais de R$ 3 bilhões por ano, com crescimento anual médio de 20%.

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Seafood Watch vai monitorar riscos ambientais do pescado no Brasil

Contratada pelo Carrefour, ONG identificará problemas da pesca e do cultivo no
país.

Apesar dos mais de 8 mil quilômetros de costa e uma enorme bacia hidrográfica, o Brasil não consome grande variedade e nem quantidade de peixes. O brasileiro da estatística consumiu 10 kg de pescado no ano inteiro de 2017, sendo que a média mundial é de 20 kg.

O consumo tem crescido mundialmente. Segundo estimativa da ONU, pode aumentar 33% até 2030 na América Latina e no Caribe. A produção pesqueira da região pode crescer 24,2%, passando de 12,9 milhões de toneladas para 16 milhões de toneladas neste período.

O crescimento, porém, não elimina problemas antigos e não previne contra os mais recentes, como a poluição marinha causada pelas redes e pelos resíduos da atividade econômica depositados diretamente no mar.

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Adesão ao consumo consciente cresce entre brasileiros, diz pesquisa

Uma vida saudável está no topo da lista de desejos do consumidor brasileiro.

Acesso à água limpa, consumir alimentos frescos e nutritivos, ter tempo livre para passar com quem gosta, reduzir o lixo e o impacto com a geração de energia também fazem parte de um ranking de preferências, que aponta para um estilo sustentável.

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Consumidor quer ser sustentável, mas não encara esforço para mudar

Uma vida saudável está no topo da lista de desejos do consumidor brasileiro. Acesso à água limpa, consumir alimentos frescos e nutritivos, ter tempo livre para passar com quem gosta, reduzir o lixo e o impacto com a geração de energia também fazem parte de um ranking de preferências, que aponta para um estilo sustentável. Convivendo com essa tendência, persiste o desejo pelo carro próprio.

O flagrante foi capturado pela pesquisa “Panorama do Consumo Consciente no Brasil”, que o Instituto Akatu lança em São Paulo nesta quarta, 25.

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SOS Mata Atlântica divulga agenda mínima aos candidatos

Organização construiu pauta que trata da defesa do bioma brasileiro.

Zerar o desmatamento ilegal da Mata Atlântica e garantir condições orçamentárias e técnicas para que 30% do território dos 17 estados que formam o bioma tenham planos municipais de gestão são dois objetivos gerais do documento “Desenvolvimento para Sempre”. Ele atualiza a pauta de uma das mais antigas organizações ambientais do país, o SOS Mata Atlântica (que fará 32 anos em setembro), para as próximas eleições.

A Mata Atlântica se espalha pela costa do Brasil e atinge também áreas na Argentina e no Paraguai. Originalmente tinha 1.309.736 km² dos 8.516.000 km² do território brasileiro. O bioma é um dos 34 pontos críticos mundiais para conservação da biodiversidade e tem parte de sua área como reserva da biosfera pela Unesco.

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Atuação social das empresas influencia escolha do consumidor

A atuação social das companhias influencia o consumo de seus produtos e elas são responsáveis, junto com o governo, pelo combate ao uso de mão de obra infantil.

As conclusões são baseadas em pesquisa encomendada pela Abrinq, organização que defende direitos e exercício da cidadania de crianças e adolescentes. Foram entrevistadas 1.068 pessoas em todas as regiões do país, homens e mulheres com idade entre 25 e 70 anos, em dezembro de 2017. Os resultados foram apresentados a líderes empresariais em São Paulo.

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Organização analisa mitos na defesa dos agrotóxicos

Saiba verdades e mentiras sobre o tema, em evidência após liberação polêmica.

“Não há prova de que agrotóxicos fazem mal a ninguém. São consumidos há
décadas e ninguém morreu.” Mentira. “O Brasil não é o maior consumidor mundial de pesticidas.” Verdade. “A nova lei vai aumentar a segurança para a saúde e o meio ambiente e reduzir o uso de agrotóxicos, pois introduz tecnologias mais modernas.” Não necessariamente.

Com esse formato de verdades e mentiras, o Observatório do Clima (OC) dá contribuição importante para a discussão sobre os agrotóxicos. Em artigo publicado na última quarta (11), a organização sublinha temas do discurso da bancada ruralista em defesa do substitutivo ao PL 6.299, o chamado PL do Veneno, que foi aprovado em comissão especial da Câmara em junho.

O Observatório é uma rede que reúne entidades da sociedade civil brasileira para discutir as mudanças climáticas. É formado por 36 organizações não governamentais, entre elas SOS Mata Atlântica, WWF Brasil, Instituto Socioambiental e Greenpeace.

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