Lixo: Seletiva deve atingir 4,7 milhões em SP, mas comunicação segue fraca

A abrangência da malha de coleta seletiva está aumentando em São Paulo e deve atingir 4,7 milhões de habitantes até outubro, mais de um terço da população da cidade (total de cerca de 12 milhões). A meta do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS) da cidade é de passar da taxa de 1,8% de recicláveis coletados no começo deste ano para 10% até 2016, quando se espera ter atingido os 96 distritos da cidade.

A prefeitura anunciou na última terça (23) que dez novos distritos já começam neste fim de setembro a ser percorridos uma vez por semana pelos caminhões da seletiva, entre eles áreas grandes como Cidade Dutra, Grajaú, Socorro, Campo Limpo, Capão Redondo, Cidade Ademar e Ermelino Matarazzo. E, até outubro, 17 bairros serão integralmente atendidos, entre os quais Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília, Sé, Jaguaré, Lapa, Perdizes, Vila Leopoldina, Barra Funda, Santana e Tucuruvi.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/09/1522728-lixo-seletiva-deve-atingir-47-milhoes-em-sp-mas-comunicacao-segue-fraca.shtml

Anúncios

Lixo: Muito celular e pouca reciclagem, dois males do Brasil são

Na sua casa, na festinha e na merenda (e no trajeto entre elas) mais brasileiros estão grudados no celular. Numa população de 201,5 milhões de pessoas, 130,8 milhões tinham telefone móvel em 2013, um crescimento de 6,3 milhões em relação a 2012. O percentual dos que possuíam celular entre os que têm mais de 10 anos de idade aumentou de 72,8% em 2012 para 75,5% em 2013.

Os dados são do Pnad 2013 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e foram divulgados na quinta (18). O IBGE estimou o número de domicílios particulares no país em 65,1 milhões.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/09/1518446-lixo-muito-celular-e-pouca-reciclagem-dois-males-do-brasil-sao.shtml

Lixo: 44% dos investimentos no setor de resíduos são para gerar energia

A geração de resíduos domiciliares só faz crescer. No Brasil, foram 4,1% a mais em 2013, chegando a 209,2 mil toneladas por dia. Cada habitante gera 1,04 kg por dia no país. O crescimento do consumo e a consequente geração de resíduos não vêm sendo acompanhados pela remediação dos problemas que decorrem deles.

Parte desse lixo nem é coletado. A maior parte das cidades brasileiras ainda envia o que coleta das casas a lixões. A coleta seletiva é incipiente, a inserção dos catadores de recicláveis –prevista na lei– com registro e remuneração justa na reciclagem é rara e as empresas responsáveis por itens de alto consumo resistem em assumir suas responsabilidades no ciclo de vida integral dos produtos que fazem circular no mercado.

Mas o Brasil não está sozinho no grupo dos países que tem que enfrentar grandes e caros problemas com seus resíduos. O planeta cresce 4 bilhões de toneladas de lixo por ano. E só 20% do total desses resíduos gerados vai para a reciclagem. Mais da metade da população mundial, cerca de 3,5 bilhões, não têm acesso a serviços básicos de gestão de resíduos. É tema fundamental de saúde pública, meio ambiente e infraestrutura.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/09/1514823-lixo-44-dos-investimentos-no-setor-de-residuos-sao-para-gerar-energia.shtml

Lixo: Crédito a funcionário impulsiona coleta seletiva em condomínio

No começo dos anos 1990, uma moradora de um condomínio do Alto de Pinheiros, em São Paulo, propôs aos seus vizinhos que fizessem separação do lixo doméstico para evitar que os funcionários da limpeza se ferissem com cacos de vidro e tampas de latas.

A ideia pegou. Contente com o resultado, ela foi aprimorando a separação, divulgando a prática e conquistando adeptos no conjunto de prédios, que funciona em regime de autogestão desde sua inauguração, 41 anos atrás.

Em 1992, os seis prédios do Ilhas do Sul formalizaram o sistema de administração do lixo, que cobre os 480 apartamentos de 180 metros quadrados e que funciona direito até hoje, com coletas diárias de recicláveis em todos os andares. No último mês de agosto, saíram dos apartamentos e foram vendidas para empresas recicladoras 12 toneladas de materiais, entre embalagens de plástico, latas, vidros, papéis brancos, papelões, jornais e revistas.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2014/09/1511237-lixo-credito-a-funcionario-impulsiona-coleta-seletiva-em-condominio.shtml