Lapa tem coleta de celulares e eletrônicos no projeto Descarte ON

O tráfego intenso de gente de todos os estratos sociais e a existência de vários centros comerciais fizeram da Lapa o bairro escolhido em São Paulo para a implantação de um projeto de reciclagem de resíduos eletroeletrônicos (REEEs). Grandes lojas da região já podem receber aparelhos de pequeno e médio portes descartados desde quinta-feira (28).

Celulares, laptops e aparelhos de áudio e vídeo, liquidificadores, espremedores e ferros de passar sem utilidade poderão ser dispensados em algumas unidades de Casas Bahia, Extra Hiper, Americanas, Pernambucanas e Ponto Frio no bairro. O Walmart deve entrar no projeto na primeira quinzena de maio.

O projeto dura até outubro e não estão incluídos baterias, pilhas, lâmpadas fluorescentes e toners de impressora. Qualquer morador da cidade pode descartar um equipamento de até 60 centímetros de largura, 50 centímetros de comprimento e 75 centímetros de altura
nestes postos de coleta durante a duração do projeto.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/04/1765972-lapa-tem-coleta-de-celulares-e-eletronicos-no-projeto-descarte-on.shtml

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Lixo zero: Merdacotta em design minimalista na Semana de Milão

“Como um meteorito caído do céu, uma gigantesca peça de Tetris ou um achado arqueológico saído da terra, ele invade o espaço. Para áreas internas ou externas, é ao mesmo tempo banco, mesa baixa e escultura. Impermeabilizado e protegido contra manchas, disponível sem acabamento ou encerado, é inteiramente feito a mão. Dimensões: 1,20m x 60cm x 40cm. Peso 120 kg.”

Você leu a ficha técnica de um paralelepípedo maciço de Merdacotta, uma cerâmica feita com esterco seco de vaca, palha, resíduos agrícolas e argila. O nome da peça: “Tijolo gigante de merda” (Giga Mattone di Merda).

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/04/1763585-lixo-zero-merdacotta-em-design-minimalista-na-semana-de-milao.shtml

 

 

Orgânico é caro no supermercado, mas compensa em grupos de consumo

Você não come alimentos orgânicos por causa do preço? Pois, então, vai aí uma boa notícia.

Uma pesquisa inédita apresentada na última terça (12) em São Paulo e feita em cinco cidades brasileiras mostrou que o preço dos alimentos sem agrotóxico depende fundamentalmente do canal de comercialização. Eles são mais caros nos supermercados, mas podem ter preço equivalente ao preço dos não orgânicos se comprados em circuitos mais curtos, como feiras e grupos de consumo.

A pesquisa foi idealizada pela Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável e foi feita entre julho de 2014 e junho de 2015 nas cidades de São Paulo e Piracicaba (SP), Salvador (BA), Rio (RJ) e Alta Floresta (MT). Faz parte do projeto “Produção e consumo responsável nas redes territoriais”, realizado pelo Instituto Kairós em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/04/1761014-organico-e-caro-no-supermercado-mas-compensa-em-grupos-de-consumo.shtml

Nebulização contra aedes atinge cultivo orgânico da Horta das Corujas

No começo da semana, a Prefeitura de São Paulo realizou uma nebulização de inseticida nas vias laterais da praça das Corujas, no Sumarezinho (zona oeste de São Paulo), como parte do programa de combate ao Aedes aegypti.

Ali são cultivados verduras, temperos e frutas orgânicos, ou seja, sem agrotóxicos. O veneno usado na nebulização, que é altamente tóxico e vetado em alguns países, ataca esse tipo de cultivo. Ele age em cerca de 30 metros a partir da emissão.

A Horta das Corujas, em praça pública, é uma das experiências de gestão comunitária mais vivas da cidade. Nascida em junho de 2012, é fruto da mobilização de pessoas interessadas em agroecologia urbana que se reuniram por meio do grupo Hortelões Urbanos, no Facebook.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/04/1758853-nebulizacao-contra-aedes-atinge-cultivo-organico-da-horta-das-corujas.shtml

Livro traz a perspectiva dos catadores de material reciclável no Brasil

Perspectivas das catadoras e dos catadores de material reciclável sobre a atividade, dificuldades e avanços na participação social são o destaque de uma coletânea de artigos que o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) lançou nesta semana.

O livro é síntese e memória de um encontro nacional realizado em agosto de 2014 com o tema “Conhecimento e Tecnologia: Inclusão Socioeconômica de Catadores(as) de Materiais Recicláveis”, que reuniu trabalhadores da reciclagem, estudiosos e especialistas no assunto.

São 23 artigos. Em sua primeira parte, os textos tematizam a identidade dos catadores como trabalhadores, questões de gênero e relacionadas à divisão sexual do trabalho. Na segunda parte, são discutidas cooperativas, movimentos de catadores e sistemas produtivos. Na terceira parte, há artigos sobre processos de reciclagem do ponto de vista logístico, histórico e tecnológico.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/04/1756183-livro-traz-a-perspectiva-dos-catadores-de-material-reciclavel-no-brasil.shtml