Campanha de reciclagem ‘Separe. Não Pare’ será lançada dia 28

“Separe. Não Pare. Um movimento que começa e não pode parar”. Esse é o mote de uma nova campanha nacional de informação e mobilização pela separação e pelo descarte correto dos resíduos domésticos. Ela será lançada na próxima segunda (28) em Brasília. O foco é o consumidor.

A campanha foi organizada e desenvolvida pelas empresas signatárias do acordo setorial de embalagens, reunidas no grupo Coalizão, em associação com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente).

O acordo setorial, que é previsto na lei brasileira dos resíduos sólidos e regulamenta o fluxo das embalagens pós-consumo, prevê como meta para o setor reduzir em 22% a quantidade de embalagens encaminhadas para aterros sanitários no Brasil, até 2018. Reduzir o que vai para aterro significa reciclar. Para reciclar, é preciso que o consumidor separe, as empresas providenciem a forma e os meios para receber de volta e a indústria reabsorva ou absorva esses materiais.

O engajamento da população é fundamental para dar o pontapé inicial, decisivo, separando corretamente em casa os materiais após o consumo.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/08/1912864-campanha-de-reciclagem-separe-nao-pare-sera-lancada-dia-28.shtml

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Peças de impressoras e laptops viram fio para impressão 3D

Instalada em Sorocaba, no Estado de São Paulo, a Sinctronics, que atua na reciclagem de eletroeletrônicos, está em fase avançada do processo de experimentação de um novo produto: um fio de resina ABS (Acrilonitrila butadieno estireno), polímero meio primo da borracha e do acrílico. Esse filamento plástico é a matéria prima mais usada na fabricação digital pelas impressoras 3D, que estão cada vez mais baratas e comuns.

Quase toda a carcaça das impressoras tradicionais, a tampa dos laptops e a parte plástica dos celulares são de ABS. A Sinctronics extrai a resina de equipamentos descartados recolhidos no Brasi inteiro por meio dos programas de logística reversa da Abinee, a Associação Brasileira de Eletro Eletrônicos, e da HP, entre outros fabricantes. O plástico extraído já era usado pela empresa na fabricação de resina e novas partes de equipamentos, e agora ganha novo formato.

Como fio de plástico, ele entra na impressora 3D e passa por uma peça onde é aquecido, fica mais fino e maleável – a cabeça ou bico de extrusão. Passando por essa peça e com o movimento dela, vai sendo depositado em camadas numa placa, para ir compondo o volume do objeto projetado.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/08/1910926-pecas-de-impressoras-e-laptops-viram-fio-para-impressao-3d.shtml

Ativistas criticam destruição e pedem respeito aos canteiros da Batata

No dia 28 de julho, um dos canteiros de agroecologia plantados por moradores da região e ativistas no largo da Batata foi retirado pela prefeitura. Ali estavam sendo cultivadas várias espécies, entres elas um Ipê já adulto, uma Peroba Rosa plantada em 2015, arbustos, flores, temperos, tubérculos e plantas alimentícias não convencionais, as PANCs. “Já dava sombra. As pessoas colocavam cadeiras perto do canteiro para se proteger do Sol”, conta a médica Maria Eudóxia Carvalho, que faz parte do grupo Batatas Jardineiras.

“Ficamos surpresos e indignados”, diz Maria Eudóxia. Ela é uma das pessoas que cuida do plantio e da preparação da terra deste e de outros canteiros do largo. A manutenção dos canteiros cooperados é regida por um Termo de Cooperação, firmado entre a prefeitura Regional de Pinheiros e duas integrantes do grupo Batatas Jardineiras em outubro de 2016 e publicado no Diário Oficial Municipal em dezembro do mesmo ano. Tem vigência de três anos.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/08/1909088-ativistas-criticam-destruicao-e-pedem-respeito-aos-canteiros-da-batata.shtml

Grupo de consumidores entrega garrafas usadas para produtores

Na manhã da quinta-feira, 3 de agosto, Carolina Tarrio, Thais Mauad e Nina Furukawa partiram para a ação. Elas foram até uma fábrica de leite entregar 365 garrafas de plástico vazias. Era a quantidade equivalente a um ano de consumo diário da casa de Carolina, que mora com o marido e com dois filhos. Juntos, os recipientes formaram dois sacos com cerca de 1 metro cúbico cada um.

Entregaram também uma carta, assinada por 157 compradores da marca. “Somos um grupo de consumidores satisfeitos com o produto de vocês: o leite da fazenda Bela Vista. Estamos, porém, profundamente infelizes e insatisfeitos com o tipo de embalagem utilizada para entregá-lo: garrafas plásticas”, diz a carta.

“Quando se busca preservar o planeta, consumir de modo consciente e seguir a legislação () vemos que a empresa deixa muito a desejar.” E prossegue: “por mais que as garrafas sejam recicláveis, por mais que se tente utilizá-las para outros fins, trata-se de um impacto ambiental fenomenal, que deve ser endereçado pela empresa de modo responsável e urgentemente”.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/08/1907073-grupo-de-consumidores-entrega-garrafas-usadas-para-produtores.shtml