Seafood Watch vai monitorar riscos ambientais do pescado no Brasil

Contratada pelo Carrefour, ONG identificará problemas da pesca e do cultivo no
país.

Apesar dos mais de 8 mil quilômetros de costa e uma enorme bacia hidrográfica, o Brasil não consome grande variedade e nem quantidade de peixes. O brasileiro da estatística consumiu 10 kg de pescado no ano inteiro de 2017, sendo que a média mundial é de 20 kg.

O consumo tem crescido mundialmente. Segundo estimativa da ONU, pode aumentar 33% até 2030 na América Latina e no Caribe. A produção pesqueira da região pode crescer 24,2%, passando de 12,9 milhões de toneladas para 16 milhões de toneladas neste período.

O crescimento, porém, não elimina problemas antigos e não previne contra os mais recentes, como a poluição marinha causada pelas redes e pelos resíduos da atividade econômica depositados diretamente no mar.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/07/seafood-watch-vai-monitorar-riscos-ambientais-do-pescado-no-brasil.shtml

Anúncios

Europa anuncia maior plano contra plásticos de uso único da história

Ideia é diminuir drasticamente produção de embalagens, canudinhos e garrafas.

A Comissão Europeia propôs, na última segunda-feira (28), um conjunto de
medidas para banir plásticos de uso único até 2030. O plano deve ser votado em até um ano no Parlamento Europeu. É o maior plano de resíduos já anunciado na história.

Está previsto investimento de 350 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) em pesquisa para modernizar a produção desses itens e a reciclagem nos próximos 12 anos. Países da União Europeia serão obrigados a monitorar e reduzir o lixo marinho.

Além das medidas nas cadeias de produção e consumo de produtos, a comissão anunciou que promoverá o fácil acesso à água encanada nas ruas da Europa, para reduzir a demanda por água engarrafada.

Há várias iniciativas nacionais contra os plásticos descartáveis no continente. França e Itália determinaram o fim das sacolinhas leves em 2015 e 2016, respectivamente.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/06/europa-anuncia-maior-plano-contra-plasticos-de-uso-unico-da-historia.shtml

Consumidores cobram solução para embalagens

“Está mais do que na hora, senhores!” Assim conclama o abaixo-assinado de consumidores que pede às empresas de laticínios e ao sindicato que as representa em São Paulo, o Sindileite, que tomem atitude para destinar corretamente as embalagens usadas dos produtos que comercializam.

Com mais de 1.000 assinaturas, o documento foi entregue junto com cerca de 1.300 embalagens de leite, iogurte e congêneres na sede do sindicato, na região central da cidade, na manhã de terça (12).

“Nossa iniciativa tentou fazer com eles o que eles fazem com a gente –deixar as embalagens na sua casa e você que se vire para dar um destino correto”, diz Carolina Tarrio, uma das consumidoras que participou da coleta, do abaixo-assinado e da entrega.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1943552-consumidores-cobram-solucao-para-embalagens.shtml

Projeto de reciclagem de jeans une Guess, Campana e Arrastão

Desde o último dia 16 de outubro e até o fim de novembro, oito lojas de jeans Guess nos Estados de São Paulo e Rio recebem doações de usados de qualquer marca para um projeto que une a ONG Projeto Arrastão e os designers Fernando e Humberto Campana.

Os doadores ganham descontos de 20% a cada peça doada na compra de shorts, bermudas e calças novos da marca Guess, que tem a coleção atual com preços a partir de R$179,00.

As peças coletadas serão entregues em dezembro para a ONG e vão virar matéria prima para o prosseguimento da “Coleção Jeans”, que começou a ser desenvolvida em oficinas ministradas pelos Campana para a ONG em 2015. Nessas oficinas, os jeans usados viram almofadas, capas e revestimentos de bancos e banquetas nas mãos dos jovens.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/10/1930695-guess-recebe-jeans-doados-para-projeto-dos-campana-com-ong.shtml

Prefeitura de Londres ajuda consumidor a escolher veículo menos poluente

Na última terça-feira (17), a Prefeitura de Londres lançou uma ferramenta online que promete ajudar os consumidores a escolher os veículos novos menos poluentes do mercado.

Os veículos são responsáveis por metade das emissões tóxicas da cidade. O tipo de carro usado tem papel fundamental nos índices de poluição. Segundo a prefeitura, quase 8 milhões de londrinos vivem em áreas que excedem as diretrizes de qualidade do ar preconizadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

O Cleaner Vehicle Checker, ainda em fase de testes, classifica carros e furgões vendidos no Reino Unido a partir de setembro de 2015. Ele usa como referência o Euro 6, o limite mais recente estabelecido de quantidade de dióxido de carbono que os veículos na União Europeia podem emitir.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/10/1928432-prefeitura-de-londres-ajuda-consumidor-a-escolher-veiculo-menos-poluente.shtml

Fashion Revolution e Gaveta debatem moda sustentável no Rio

Quem fez minhas roupas? Como e de que forma? Durante a semana toda, uma campanha pela transparência integral da complexa cadeia produtiva da moda esteve em debate em escolas, faculdades, ateliês, feiras e encontros espalhados pelo mundo.

A indústria de vestuário é considerada vilã pelo consumo em excesso e pela poluição de água, pela exploração de mão de obra em condições análogas à escravidão e pelo trabalho infantil, em vários países.

Desde o dia 24 e até dia 30 se realizam as atividades da Fashion Revolution Week, iniciativa internacional para promover a adoção de padrões de proteção aos trabalhadores e ao meio ambiente em todas as etapas da cadeia, da matéria prima ao consumidor final, o que inclui divulgação de fornecedores, supervisão de oficinas e explicitação de métodos de cultivo e fabricação.

Mais em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/04/1879368-fashion-revolution-e-gaveta-debatem-moda-sustentavel-no-rio.shtml

Ooho!: Pelo fim das embalagens, coma a sua água

Uma empresa fundada por engenheiros que estudaram design de inovação no Royal College of Art e pesquisadores do Imperial College de Londres investiga desde 2013 uma solução alternativa para garrafas, copos e vasilhames plásticos para água potável, em busca de um produto sustentável.

Interessados em acabar com a poluição causada pelas embalagens, Rodrigo Garcia Gonzales e Pierre Paslier chegaram a um primeiro protótipo um ano depois e agora estão mais perto de realizar seu objetivo, após uma campanha de financiamento coletivo encerrada no último dia 13 de abril.

A empresa Skipping Rocks Lab, fundada pelos dois, anunciou em sua página que conseguiu investidores suficientes e mais de U$ 1 milhão (cerca de R$ 3,104 milhões) para começar a produzir a bolha comestível Ooho! para bebidas, visando atingir o mercado de bancas de rua, festivais e eventos esportivos em 2018.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/04/1876446-ooho-pelo-fim-das-embalagens-coma-a-sua-agua.shtml