Prédios da economia digital usam reciclagem para cortar gastos

Além de assuntos, ritmos e dos perfís de grande parte de seus funcionários, escritórios de algumas das maiores empresas de tecnologia de São Paulo têm um outro fator em comum.

Sem muito alarde, circulando pelos elevadores de serviço no contraturno e com estações de tratamento nas garagens, os prédios que os abrigam adotaram sistemas de gestão ambiental de resíduos.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1950692-predios-da-economiadigital- usam-reciclagem-para-cortar-gastos.shtml

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Campanha traz seis objetivos para avançar na compostagem em SP

Compromisso público e engajamento municipal no desenvolvimento do setor da compostagem são os objetivos de um grupo de associações, organizações e pesquisadores atuantes de São Paulo.

Eles se uniram e elaboraram um plano com seis tópicos, que se desdobram em 24 ações, para tornar a compostagem parte do programa de governo da capital paulista. O grupo calcula que a cidade poderia economizar R$ 465 milhões por ano se os resíduos orgânicos fossem compostados e não levados para aterros.

Os seis objetivos, alinhados com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU), estão difundidos no site Objetivos da Compostagem, que lança nesta sexta (3) uma campanha. Os objetivos já foram apresentados em fevereiro de 2017 ao atual secretário do Verde, Gilberto Natalini, numa roda de conversa.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/03/1863326-campanha-traz-seis-objetivos-para-avancar-na-compostagem-em-sp.shtml

Em Paris, mictório ecológico de rua coleta xixi para fazer composto

Eles chegaram no fim de dezembro a uma calçada da rue de Bercy, perto da Gare de Lyon, que está entre as dez maiores estações de Paris. Na parte de cima, uma floreira com espécies perfumadas, como a lavanda, por exemplo. Na parte de baixo, um compartimento cheio de palha seca.

Uma abertura permite aos homens urinar em pé de frente para as flores diretamente no compartimento que tem palha. Esse é o esquema do Uritrottoir, mictório ecológico de rua. “La mini-vespasienne seche”, alude aos banheiros públicos parisienses – vespasiennes”, também só para homens – instalados a partir de 1834 na capital francesa. Em Paris, os banheiros de rua para mulheres só apareceram quase 150 anos depois.

Criados pela agência de design industrial Faltazi, alguns Uritrottoir devem ser instalados ainda no primeiro semestre de 2017 em Nantes, também na França, onde fica a empresa, e Lausanne, na Suíça, segundo os fabricantes.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/02/1855377-em-paris-mictorio-ecologico-de-rua-coleta-xixi-para-fazer-composto.shtml

Novo parque de Floripa tem horta comunitária e vai ensinar a compostar

Nada melhor que o ambiente de um parque para compreender o percurso natural dos alimentos. Para incentivar a agricultura urbana, difundir o aproveitamento dos resíduos orgânicos e, com isso, evitar a sua disposição em aterro sanitário, o novo Parque Jardim Botânico de Florianópolis, aberto em 25 de setembro, tem sua horta e vai ensinar a compostar.

As oficinas de compostagem para o público devem começar em 5 de novembro. O plano é que sejam repetidas mensalmente. Já estão previstas nove oficinas. Elas fazem parte de um convênio da empresa que administra a coleta da capital catarinense, a Comcap (Companhia Melhoramentos da Capital), e do Cepagro (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo). A Cepagro virou referência ambiental por causa da sua Revolução dos Baldinhos, projeto de compostagem comunitária realizado desde 2009.

No parque, foi criado um espaço didático que mostra soluções possíveis de tratamento de resíduos orgânicos. Ali estão vários modelos de composteiras residenciais e soluções para maior escala, como a técnica que é usada no pátio de compostagem da Lapa, em São Paulo, e que foi desenvolvida pelo Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/10/1824946-novo-parque-de-floripa-tem-horta-comunitaria-e-vai-ensinar-a-compostar.shtml

Após um ano, compostagem de orgânicos atinge 50 feiras livres em SP

Em setembro de 2015, começou a funcionar o projeto piloto Feiras e Jardins Sustentáveis para tratamento de resíduos orgânicos de feiras livres da cidade, num pátio de compostagem da Lapa, em São Paulo. Na primeira fase, eram recolhidos restos de 26 feiras do entorno do pátio.

Um ano após o seu início, o projeto duplicou o seu alcance e passou a receber, desde setembro deste ano, os restos de mais 24 feiras das regiões de Pinheiros, Casa Verde, Piritiba e Jaraguá, Freguesia do Ó e Brasilândia.

Com esse acréscimo, são aproximadamente 60 toneladas de resíduos compostados semanalmente no pátio da Lapa. Segundo a empresa Inova, uma das concessionárias de limpeza da cidade que é parceria da Prefeitura no projeto, a taxa de adesão dos feirantes das feiras atendidas é de 80%.

Mais em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/10/1822686-apos-um-ano-compostagem-de-organicos-atinge-50-feiras-livres-em-sp.shtml

Lixo: SP deve separar orgânicos e fazer mix de compostagens, diz técnico da Amlurb

Como tratar os restos de poda de jardins, parques e os resíduos orgânicos numa grande cidade? Pequenas unidades de processamento nos bairros? Grandes centrais? Compostagem nas casas e condomínios? São Paulo deve usar todas essas modalidades. E apostar na separação dos orgânicos na origem, para gerar composto de qualidade. E com isso combater a seca e as mudanças climáticas, devolvendo nutrientes para o solo e diminuindo as emissões de carbono.

Essas são algumas das opiniões de Antonio Storel, engenheiro agrônomo, mestre em desenvolvimento econômico, espaço e meio ambiente e coordenador de resíduos sólidos orgânicos da Amlurb, empresa de limpeza pública da cidade. Ele é um dos responsáveis pelo plano de construção de centrais de compostagem e pátios descentralizados, que estão prometidos para 2016.

“Hoje, os recicláveis secos têm maior valor, pois são de interesse da indústria. Mas, em poucos anos, diante dos efeitos da mudança climática, a situação se inverterá, e passaremos a dar valor aos orgânicos e vamos ter aprender a separá-los e preservá-los desde a origem, como parte cotidiana e natural do ciclo produtivo da alimentação, da culinária e da gastronomia. É melhor começar logo”, aconselha Storel.

http://folha.com/no1680303

Lixo: Projeto de compostagem tem 97% de aprovação dos participantes

Ainda que seja uma amostragem pequena, a notícia é boa. O projeto piloto de compostagem de orgânicos da cidade teve resultados positivos e alto grau de aprovação dos participantes: 97% declararam-se satisfeitos ou muito satisfeitos com ele.

Realizado pela prefeitura de São Paulo junto com a empresa fornecedora de composteiras com minhocas Morada da Floresta a partir de junho de 2014, o Composta São Paulo recebeu 10.061 inscrições no site. Foram selecionados 2.006 moradores da cidade para participar.

Os escolhidos receberam kits com composteira (caixas de plástico empilháveis), serragem, minhocas, manual de utilização e fizeram oficinas para aprender a compostar e utilizar os compostos em plantios de jardins e hortas.

O Composta São Paulo tem como objetivos difundir a prática, mapear dificuldades e benefícios da compostagem e gerar dados para a criação de políticas públicas de resíduos orgânicos domiciliares em toda a cidade.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2015/06/1638065-lixo-projeto-de-compostagem-tem-97-de-aprovacao-dos-participantes.shtml