ONU convida para limpeza de praias e ensina a organizar mutirão

“O mar não está para plásticos”, diz o slogan da campanha. Setembro é o mês internacional dos mutirões de limpeza de praia. Durante o período, grupos de voluntários destinam um período do dia para coletar lixo jogado incorretamente pelos frequentadores ou para limpar pontos de descarte viciados.

Mas não é apenas a coleta em si que importa. Separação dos materiais, pesagem, contagem e sistematização das informações são ferramentas importantes para a cobrança de providências das autoridades, a análise evolutiva de locais de coleta e as campanhas educativas.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/09/onu-convida-para-limpeza-depraias- e-ensina-a-organizar-mutirao.shtml

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Mutirões de limpeza de praia celebram Dia Mundial dos Oceanos

Além de conscientizar frequentadores, coletas buscam catalogar resíduos e obter dados
para planejar ações.

No sábado (9) de manhã, a partir das 9h, um grupo começa a se reunir na praia do Gonzaga, em Santos, litoral de SP, para fazer um trabalho voluntário. Com baldes e luvas, vão vasculhar um trecho de areia à cata de lixo, no 13º Mutirão de Limpeza de Praia promovido pelo Instituto Mar Azul (IMA).

O Instituto foi criado em 2012 e atua na defesa de políticas públicas relacionadas à balneabilidade das praias e preservação da vida marinha. Seu Projeto Microlixo faz coletas regulares para levantar tipos, quantidade e localização dos resíduos descartados fora de lugar em toda orla da praia de Santos.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/06/mutiroes-de-limpeza-de-praia-celebram-dia-mundial-dos-oceanos.shtml

Movimento ‘Livre-se dos Plásticos’ é lançado em Santos

Com um seminário e uma exposição, Santos lança nesta semana do Meio Ambiente o Movimento Livre-se dos Plásticos, conectado à organização internacional Break Free From Plastic.

Fundada em 2016, a rede BFFP atua na prevenção e faz operações de limpeza em praias afetadas pela poluição de plásticos, com atividades de identificação e divulgação de marcas poluidoras.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/06/movimento-livre-se-dosplasticos- e-lancado-em-santos.shtml

Poluição dos plásticos é tema de campanha da ONU

Metade do plástico consumido é descartável e pelo menos 13 milhões de toneladas vão parar nos oceanos anualmente, prejudicando 600 espécies marinhas, das quais 15% estão ameaçadas de extinção.

Mas a poluição plástica atinge a todos: 90% da água engarrafada contém fragmentos de plásticos que vieram do descarte inadequado no meio ambiente.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/06/poluicao-dos-plasticos-e-temade- campanha-da-onu.shtml

Regata global traz ação Mares Limpos da ONU a Santa Catarina

Campanha contra poluição dos plásticos percorre 45 mil milhas náuticas chegando a 12
cidades de 5 continentes.

Eles partiram de Alicante, Espanha, em outubro do ano passado. Passaram por Lisboa (Portugal), Cidade do Cabo (África do Sul), Melbourne (Austrália), Hong Kong, Guangzhou (China) e Auckland (Nova Zelândia).

Entre os dias 5 e 22 de abril, estarão em Itajaí, Santa Catarina, única parada na América Latina do percurso de 45 mil milhas náuticas, quatro oceanos, cinco continentes e 12 cidades.

É maior regata mundial à vela, a Volvo Ocean Race, e entre os barcos está o veleiro Team Clean Seas, que recolhe o lixos marinhos que seus dez tripulantes encontram pelo caminho.

Ele é o agente ininerante da campanha global da ONU Meio Ambiente “Mares limpos: o mar não está para plástico”, que já tem a adesão de 43 países.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/03/regata-global-traz-acao-mares-limpos-da-onu-a-santa-catarina.shtml

25 milhões de toneladas de lixo acabam no mar todo ano

Estudo mostra que 80% dos resíduos que estão hoje nos oceanos vieram das atividades
em terra.

Os oceanos recebem anualmente 25 milhões de toneladas de resíduos. O Brasil entra com parte substancial: ao menos 2 milhões de toneladas por ano, o que daria para encher 30 vezes o Maracanã, do chão ao topo.

Os cálculos são de um estudo da Associação Internacional de Resíduos Sólidos (Iswa, da sigla em inglês) e da sua representante brasileira, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe). É a primeira vez que se chega a esses números, segundo Carlos Silva Filho, diretor da Abrelpe. A principal fonte de dados foi o Atlas Mundial de Resíduos da ONU, mas foram compiladas outras bases regionais, como no caso brasileiro.

“Os números do Brasil podem ser ainda maiores. Fizemos uma estimativa conservadora”, diz. Os 2 milhões de toneladas são o volume de resíduos que não têm coleta regular: 10% do total de resíduos produzidos anualmente no país.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/03/25-milhoes-de-toneladas-de-lixo-acabam-no-mar-todo-ano.shtml

Engajamento ajuda a proteger a água, diz especialista

A qualidade da água do bioma brasileiro mais atingido pelo desmatamento também não é boa. Sem a articulação entre participação da população, preservação das nascentes e governança não há como melhorar esse quadro.

Lançado na última segunda, 19, o último monitoramento realizado pela ONG ambiental SOS Mata Atlântica aponta que 20% dos 294 pontos de coleta espalhados pelos rios do bioma estão impróprios para uso. 75% dos pontos têm qualidade considerada regular, mas no limite da legislação. Nenhum dos pontos analisados foi avaliado como ótimo e apenas 4,1% (12) dos pontos de análise possuem qualidade de água considerada boa.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/03/engajamento-ajuda-a-protegera- agua-diz-especialista.shtml