Indústria de bebidas promete mais retornáveis e reciclados

Trocar o vasilhame antigo por desconto no preço da nova bebida. Cada vez mais essa mensagem será usada para convencer o consumidor a aderir aos retornáveis. Faz parte da estratégia para chegar às metas de destinação correta de embalagens pós uso de empresas de refrigerantes e cervejas.

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Prédios da economia digital usam reciclagem para cortar gastos

Além de assuntos, ritmos e dos perfís de grande parte de seus funcionários, escritórios de algumas das maiores empresas de tecnologia de São Paulo têm um outro fator em comum.

Sem muito alarde, circulando pelos elevadores de serviço no contraturno e com estações de tratamento nas garagens, os prédios que os abrigam adotaram sistemas de gestão ambiental de resíduos.

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Bióloga investiga e expõe ‘lixo viajado’ que dá na areia

Ana Pêgo nasceu no litoral nos anos 1970 e sempre viveu perto da praia em Cascais, em Portugal. Estudou biologia marinha na Universidade do Algarve, no mesmo país, e se tornou especialista em caçar, catalogar, investigar e mostrar seu inventário de “lixo viajado” que dá na praia.

Ancorado numa página do Facebook e criado em dezembro de 2015, seu projeto “Plasticus Maritimus” já foi exposto em feiras e mostras ecológicas em cidades portuguesas e nos Açores. “Criei um nome científico para o plástico que invade o mar e as praias do mundo todo”, diz.

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Design de ‘ressurreição’ da Pentatonic é destaque de 2017

Uma unidade móvel de reciclagem movida a energia solar, o Trashpresso, demonstrou o processo de fabricação de peças de piso plástico a partir de garrafas PET, na última Semana de Design de Londres, no final de setembro.

Ele condensa o processo de reciclagem em cinco etapas simples: trituração, lavagem, secagem ao ar, desumidificação e queima. Além disso, um filtro de ar e água minimiza o impacto ambiental das operações.

Na mesma ocasião, a empresa de design de mobiliário responsável pela exibição do Trashpresso anunciou parceria com a Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo, para transformar talheres, copos e garrafas usados nas lojas de café da capital britânica em mesas e cadeiras. O primeiro protótipo foi a poltronasímbolo da Starbucks, a Bean Chair. A ideia é expandir o projeto pela rede na Europa.

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Peças de impressoras e laptops viram fio para impressão 3D

Instalada em Sorocaba, no Estado de São Paulo, a Sinctronics, que atua na reciclagem de eletroeletrônicos, está em fase avançada do processo de experimentação de um novo produto: um fio de resina ABS (Acrilonitrila butadieno estireno), polímero meio primo da borracha e do acrílico. Esse filamento plástico é a matéria prima mais usada na fabricação digital pelas impressoras 3D, que estão cada vez mais baratas e comuns.

Quase toda a carcaça das impressoras tradicionais, a tampa dos laptops e a parte plástica dos celulares são de ABS. A Sinctronics extrai a resina de equipamentos descartados recolhidos no Brasi inteiro por meio dos programas de logística reversa da Abinee, a Associação Brasileira de Eletro Eletrônicos, e da HP, entre outros fabricantes. O plástico extraído já era usado pela empresa na fabricação de resina e novas partes de equipamentos, e agora ganha novo formato.

Como fio de plástico, ele entra na impressora 3D e passa por uma peça onde é aquecido, fica mais fino e maleável – a cabeça ou bico de extrusão. Passando por essa peça e com o movimento dela, vai sendo depositado em camadas numa placa, para ir compondo o volume do objeto projetado.

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