Coletiva revela autonomia do desenho

MARA GAMA
DA REDAÇÃO

Pouco valorizado no mercado de arte e sonegado do público por autores e colecionadores, o desenho ganha a partir de hoje uma exposição coletiva com obras em nanquim, guache, aquarela, pastel, xerox, carvão e técnica mista de 19 artistas plásticos.

Apesar do caráter histórico, “O Desenho em São Paulo – 1950 a 1990”, que fica até 27 de dezembro na galeria Nara Roesler, não se organiza de forma cronológica. Os 75 desenhos estão expostos para valorizar sua autonomia em relação a outras formas artísticas. “Por ser recalcado pelo artista, o desenho mantém sua característica intimista e vive fora das modas, dos ismos”, diz Frederico Morais, 59, crítico e historiador que é o curador da exposição.

“A mostra não define um percurso único, mas indica vertentes na trajetória do desenho, impulsionada nos anos 50, pela Bienal da São Paulo, e que hoje tem uma produção muito grande”, afirma Morais. A exposição traz obras de Mira Schendel, Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo, Regina Silveira, Paulo Monteiro e Célia Euvaldo, entre outros.

LEIA MAIS

sobre esta e outras exposições na pág. 5-8

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