Começa em junho plantio de orgânicos para preservar água de Tinguá

Para garantir qualidade da água, empresa investe em cinturão de agricultura livre
agrotóxicos no Rio.

A demanda por orgânicos cresce 30% ao ano no Brasil, segundo dados divulgados pelo Sebrae.

Além da importância da produção de hortaliças, ervas, frutas e legumes cultivados dessa forma para suprir a demanda crescente por alimentação mais saudável, a agricultura orgânica, por não usar agrotóxicos, forma um escudo de proteção do solo e dos mananciais contra as substâncias altamente contaminantes presentes nesses venenos.

Partindo da necessidade de preservar a qualidade da água, o que significa garantir solo e subsolo livres de agrotóxicos, foi desenhado o projeto Caruanas. Ele será instalado em uma área de 1 mil hectares, a 60 km do Rio, entre os municípios de Nova Iguaçu e Duque de Caxias.

O objetivo é, em 8 anos, criar o maior cinturão de agricultura orgânica do Estado e com isso proteger a bacia hidrográfica do Tinguá.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/05/comeca-em-junho-plantio-de-organicos-para-preservar-agua-de-tingua.shtml

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Grupo quer criar caminho verde para abelhas em SP

Plantio Geral vai colocar cem árvores de espécies que atraem pássaros e insetos na
região do Ibirapuera.

No próximo domingo (18), um grupo de plantadores vai unir o Instituto Biológico ao parque do Ibirapuera em um corredor verde através de cem árvores.

Angelim Doce, Araçá, Canelinha, Cedro, Cereja Roxa, Grumixama, Guabiroba, Ipê Verde, Jaboticaba, Pau Ferro e Peroba Rosa são algumas das espécies a serem plantadas. Exemplares com alturas de 3,5 metros a 4 metros serão colocados numa área de calçada larga na avenida Dr. Dante Pazzanese, Vila Mariana. Quase todas vêm do viveiro Manequinho Lopes.

A intenção é consolidar um caminho para a fauna urbana. Por isso foram escolhidas árvores atrativas aos pássaros e insetos.

Mais em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/03/grupo-quer-criar-caminho-verde-para-abelhas-em-sp.shtml

Nasce em Pinheiros o primeiro jardim de chuva de São Paulo

No último dia 16 de dezembro, 200 pessoas passaram, entre as 10h e as 18h, para participar de um mutirão de plantio de araucárias e espécies da Mata Atlântica e dos remanescentes de Cerrado paulistano nas proximidades do largo da Batata, na capital de São Paulo.

As plantas vieram de terrenos em desmatamento próximos de Embu. As calçadas detonadas foram substituídas por caminhos de piso de concreto usinado. Pedras quebradas foram trocadas. Em memória do largo dos bondes, foi pavimentado um círculo. Dois bancos de ferro e madeira servem agora para contemplar a nova velha natureza reabilitada.

Nasceu assim o Largo das Araucárias, primeiro jardim de chuva público da cidade de São Paulo, fruto de um trabalho de equipe, numa nesga de terreno ocupada antes por um posto de gasolina. Apesar do terreno vulnerável, laudos da Cetesb atestaram que houve trabalho de descontaminação, segundo os idealizadores do projeto.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2017/12/1946814-nasce-em-pinheiros-o-primeiro-jardim-de-chuva-de-sao-paulo.shtml

Com araucárias, Floresta de Bolso resgata paisagem histórica de SP

No próximo domingo, uma turma deve suar a camisa para plantar araucárias e espécies frutíferas da Mata Atlântica, como a palmeira Jussara e o Cambuci, no parque Cândido Portinari, no Alto de Pinheiros, zona Oeste.

As árvores são nativas e fazem parte da paisagem histórica da cidade, tendo sido erradicadas pela ocupação do solo para moradias e vias e, intensivamente, pelas obras de retificação do rio Pinheiros. Esse tipo de Mata Atlântica Mista, com araucárias, é comum também nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e em cidades paulistas como Campos do Jordão.

No século 16, o ex-rio Jurubatuba e o povoado em seu entorno foram batizados pelos jesuítas de Pinheiros por causa da grande ocorrência da araucária, também conhecida como Pinheiro do Brasil.

O plantio de domingo vai gerar a primeira Floresta de Bolso implantada em um parque e a maior já feita até hoje em São Paulo. O terreno a ser ocupado é de 600 metros quadrados e serão plantadas 600 árvores, de 90 espécies diferentes. Quem quiser  participar, é só chegar. Os plantadores são voluntários, unidos por grupos nas redes sociais.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/07/1796549-com-araucarias-floresta-de-bolso-resgata-paisagem-historica-de-sp.shtml

Cidade do México inaugura polêmicos jardins verticais sob elevado

Há dez dias foi inaugurada pelo governo local a primeira fase de um plano ambicioso –e polêmico– para cobrir de verde 1.038 colunas que sustentam o elevado Periférico, numa das artérias da capital mexicana. Se levado a termo, em cinco anos o projeto terá colocado os 27 km de vias sob o viaduto em uma mancha de plantas. Serão ao todo 60 mil metros quadrados em painéis verdes aplicados nos pilares de concreto.

Criado pela empresa Verde Vertical, o ViaVerde se vende como o maior projeto de naturação do planeta. A naturação urbana é o processo de ampliação da mancha verde através de corredores conectados que reduzem a temperatura, aumentam as interações
ecológicas, colhem água de chuva e filtram o ar.

No projeto mexicano, está previsto um grande sistema de captação de chuva, filtragem e armazenamento de cerca de 32 milhões de metros cúbicos por ano. Serão 20 centros de estoque para as águas luviais com áreas de tratamento que alimentarão um sistema de regas gerenciado por sensores de temperatura e umidade. Segundo a empresa, os jardins podem filtrar mais de 27 mil toneladas de gases poluentes e captar 10 toneladas de metais pesados.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/07/1794236-cidade-do-mexico-inaugura-polemicos-jardins-verticais-sob-elevado.shtml

Uma taturana verde para abraçar o Minhocão

Trazer uma taturana verde para o cinza do Minhocão, independentemente do futuro da via, é a proposta do grupo de plantadores Novas Árvores Por Aí. Para isso, eles vão começar colocando trepadeiras no percurso de todo o Elevando Costa e Silva em frestas já existentes ou cavando ninhos especialmente para receber as mudas na base do viaduto. Cabos de aço atados às defensas laterais devem conduzir o crescimento das plantas.

O Novas Árvores Por Aí se formou a partir de uma página no Facebook e mobiliza as pessoas para plantios pela cidade, liderado pelo publicitário Nik Sabey.

Para o projeto do Minhocão, o grupo pretende organizar plantios coletivos nos próximos meses de junho e julho e colocar as trepadeiras em pontos estratégicos da via, sem custos para os órgãos públicos. “Vai ser bom para a saúde de quem frequenta a área aos domingos e também para os moradores” diz Sabey. Bertalha Coração e duas espécies de Cipó – de Sino e de São João- devem ser plantados no local.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1775423-uma-taturana-verde-para-abracar-o-minhocao.shtml