SP ganha aplicativo para descarte de óleo no Dia Mundial da Reciclagem

Óleo despejado no ralo é dinheiro jogado fora e dano ambiental grave. Vai se depositando nos canos, provocando entupimentos no sistema de esgoto e exigindo caros reparos. Quando chega ao destino, forma uma película na superfície da água ou no solo, impedindo a passagem da luz e a oxigenação na terra, nos rios e mares, matando plantas e peixes.

E esse é o caminho que a maior parte do óleo usado faz no Brasil: são 700 milhões de litros por ano descartados irregularmente, segundo estimativas da indústria do óleo vegetal. Cada litro de óleo jogado nos cursos d’água tem potencial para contaminar 25 mil litros de água.

O consumo total anual é de 3 bilhões de litros de óleo. De cada 4 litros consumidos, 1 litro é descartado de forma incorreta. Atualmente, são coletados na cidade de São Paulo 1,6 milhão de litros de óleo comestível usado, o que representa 10% do potencial existente, também de acordo com os dados da indústria.

Mais em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2016/05/1770975-sp-ganha-aplicativo-para-descarte-de-oleo-no-dia-mundial-da-reciclagem.shtml

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Mapa colaborativo quer proteger árvores e incentivar plantio

Construir um mapa das árvores locais com características e cuidados para sua manutenção é vital para recuperar o verde nas cidades. Essa é a tese do projeto Viva Floresta. Para possibilitar um trabalho colaborativo nessa direção, a empresa lançou um aplicativo para celular e site de cadastro das árvores nativas da Mata Atlântica na Grande São Paulo.

Já disponível para celulares com Android e para iPhone, o aplicativo está construindo, de maneira coletiva, um banco de dados aberto sobre as árvores urbanas. O projeto foi apresentado em setembro último durante a TED São Paulo – Futuro Melhor. TEDs são eventos que reúnem pessoas para compartilhar experiências interessantes em séries de palestras breves.

“A missão do Viva Floresta é transformar cada pessoa em um plantador de árvores. Plantar árvores na verdade é muito fácil, a natureza já desenvolveu esse software há milhões de anos. A maior parte das sementes brota. Tudo que você precisa é saber que espécie é aquela, colocar na terra e regar uma vez por dia”, diz o jornalista Ricardo Anderáos, idealizador do projeto.

http://folha.com/no1697482

Cidades Comestíveis une pessoas e locais para criar hortas urbanas

Uma plataforma interativa, alimentada por meio de um site e aplicativos para celulares, é a ferramenta do projeto Cidades Comestíveis para fomentar as hortas urbanas em São Paulo.

Através das informações inseridas pelos usuários, o sistema mapeia áreas ociosas da cidade, públicas ou privadas, que poderiam virar hortas, e os recursos que cada pessoa pretende compartilhar para esse objetivo. Cria, assim, as conexões entre disponibilidades e necessidades em cada local e favorece o trabalho coletivo para cultivar hortaliças, temperos ou ervas medicinais no espaço urbano.

A ideia do Cidades Comestíveis nasceu no Movimento Urbano de Agroecologia (MUDA) para promover a agricultura urbana. O site foi lançado em julho e o aplicativo para celulares com sistema Androide, em agosto. Há três semanas, o projeto ganhou a versão que roda em iPhone e está com todos os canais abertos para captar informações e agilizar a empreitada verde.

Ao se cadastrar, o interessado pode incluir sua disponibilidade para trabalhar e recursos que pode oferecer como insumos, conhecimento e ferramentas, ou incluir terrenos e iniciativas que conheça. No mapa da cidade, aparecem localizadas como um ícone do projeto as hortas já implantadas, como a do Centro Cultural São Paulo, a Horta do Ciclista, a da Vila Pompeia e a Horta das Flores. Com um símbolo de um pin em branco, estão as áreas que os usuários indicaram como passíveis de receber hortas.

http://folha.com/no1694682