Lixo: Sujou, pagou – empresas defendem taxa do lixo e agência controladora

As cidades brasileiras investem valores muito baixos na limpeza pública e na gestão de resíduos. Três anos depois de construir o marco regulatório (a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS), para conseguir fazer o país avançar, fechando lixões, destinando corretamente os rejeitos a aterros sanitários e reciclando a maior parte dos resíduos será necessário agir em três frentes. Por em prática a lógica do poluidor-pagador (quem polui mais paga mais), fazer valer a responsabilidade compartilhada na gestão do ciclo de vida dos produtos –o que inclui fabricantes, comerciantes, importadores, distribuidores de mercadorias e governos– e criar uma agência pública específica para os resíduos, a exemplo do que acontece com a ANA e a Aneel para os setores de água e energia.

A constatação e as medidas elencadas acima fazem parte de um documento lançado na última terça-feira (5) pelas empresas do Selup (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo) e técnicos da ABLP (Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública).

O documento foi baseado numa amostragem feira em 52 cidades de cinco regiões do país, incluindo as capitais. Segundo a pesquisa, as cidades brasileiras investem em gerenciamento de resíduos sólidos cinco vezes menos que a média de cidades estrangeiras como Tóquio, Cidade do México, Barcelona, Roma, Paris, Nova York, Londres, Buenos Aires e Lima.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/

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