Lixo: Modelo brasileiro de inclusão dos catadores é referência

Incluir nos processos de reciclagem de resíduos os trabalhadores informais que sempre trabalharam no garimpo dos lixões, sem registro, direitos mínimos, proteção à saúde e remuneração é diretriz da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), que o Brasil aprovou em 2010, depois de 21 anos de discussões e ajustes.

Nos dias 21 e 22 de maio, o Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) apresentou o modelo brasileiro de cooperação com catadores de lixo num seminário internacional sobre coleta seletiva em Istambul, na Turquia.

O “International Seminar on the Impact of Street Collectors on Separate Collection” foi feito para promover a troca de experiências entre representantes de países com populações em situação de exclusão social na região dos Bálcãs: Albânia, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Croácia, Eslovênia, Grécia, Kosovo, Macedônia, Montenegro, Romênia, Sérvia e Turquia.

O Cempre é uma associação que trabalha para conscientizar a sociedade sobre a importância de reduzir, reutilizar e reciclar lixo por meio de programas de conscientização. Fundado em 1992, é mantido por contribuições de empresas como AmBev, Nivea, Braskem, Carrefour, Casas Bahia, Coca-Cola, Dell, HP, Johnson & Johnson, Klabin, Nestlé, Pão de Açucar, Procter & Gamble, Tetra Pak e Unilever.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2015/05/1635182-lixo-modelo-brasileiro-de-inclusao-dos-catadores-e-referencia.shtml

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